Logo R7.com
RecordPlus
JR 24H

Tecnologia transforma uniformes da seleção brasileira e ajuda no desempenho em campo

Camisetas de futebol evoluem de algodão pesado para tecidos inovadores

JR na TV|Do R7

  • Google News

Na época de Pelé e Garrincha, a camisa da seleção brasileira pesava quase tanto quanto a responsabilidade de conquistar uma Copa do Mundo. Hoje, os uniformes são mais leves, resistentes e incorporam tecnologias desenvolvidas para proporcionar maior conforto aos atletas durante as partidas. 

Se nas décadas de 1950 e 1960 os jogadores utilizavam camisetas de algodão, que absorviam suor e podiam prejudicar o rendimento, atualmente os tecidos são produzidos majoritariamente com poliéster. Segundo especialistas, a fibra seca rapidamente, não absorve umidade e tende a manter suas propriedades mesmo após uso intenso. "São feitas em poliéster. É uma fibra que tende a secar rápido, ele não absorve umidade e ele não tende à deformação como o algodão", explica Kátia Hypolito, pesquisadora do Senai-SP. 

Antes de chegarem aos gramados, os materiais passam por uma série de testes em laboratório. São avaliados fatores como elasticidade, durabilidade, resistência ao atrito, comportamento sob chuva e manutenção das características das fibras. Os ensaios ajudam a garantir que os uniformes suportem as exigências do esporte de alto rendimento. 

Apesar dos avanços, a tecnologia não substitui o talento dos jogadores. "É importante a gente ter em mente que a camiseta não vai fazer o jogador fazer gol, correr mais. Mas ela vai ajudar, sim, na performance desses profissionais", afirma Kátia. Ao ser questionada se ainda há desculpas, ela respondeu, entre risos: "Não tem desculpa. Dá pra fazer gol, por favor. E que façam, né?" 


No RecordPlus, tem mais conteúdo da RECORD para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.