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Vereador de SP é preso em operação que investiga lavagem de dinheiro do PCC em empresas de ônibus

O estopim da operação ocorreu quando o então presidente da Transunião, Adauto Soares Jorge, foi assassinado, seis anos atrás

JR na TV|Do R7

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Um vereador de São Paulo foi preso em uma operação que investiga a lavagem de dinheiro do PCC em empresas de ônibus. Foi mais uma etapa da investigação que apura o uso de empresas de transporte para lavar dinheiro do crime organizado. Dos cinco mandados de prisão três foram cumpridos.  

O vereador de São Paulo, Senival Pereira de Moura, do PT está entre os detidos. O vereador tinha uma função, inclusive, de ser o presidente da comissão de transportes, por mais de um mandato.  

O estopim da operação ocorreu quando o então presidente da Transunião, Adauto Soares Jorge, foi assassinado, seis anos atrás. Ao examinar o celular dele, a polícia encontrou detalhes da administração da empresa e os vínculos com o crime organizado. O inquérito mostra que Adauto promovia desvio de valores expressivos para Senival.  

A defesa dele disse que irá demonstrar que não houve conduta ilícita. O PT informou que vai expulsar o verador. Os advogados da Transunião negaram haver dinheiro do crime na empresa. Em um dos endereços investigados havia uma máquina embalando cocaína e armas de longo alcance. 

Devanil de Souza Nascimento, homem de confiança do vereador, e Jair Ramos de Freitas, suspeito de integrar o PCC, também foram presos. Segundo as investigações, os presos estão envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro do PCC.  

A facção teria usado a empresa Transunião, que presta serviço na cidade de São Paulo para lavar dinheiro do crime organizado. Só no ano passado, de acordo com as apurações, R$ 300 milhões foram injetados na Transunião. 

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