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Agentes de saúde em greve protestam na praça Sete, em BH

Mais uma vez, categoria decidiu manter a paralisação, que já dura quase 20 dias

Minas Gerais|Do R7

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Profissionais devem se reunir na frente da Secretaria Municipal de Planejamento
Profissionais devem se reunir na frente da Secretaria Municipal de Planejamento

Agentes Comunitários de Saúde e de Combate a Endemias decidiram em assembleia nesta sexta-feira (23) manter a greve da categoria que já dura quase 20 dias. Conforme o Sindibel (Sindicato dos Servidores Públicos de Belo Horizonte), a reunião ocorreu às 9h. Em seguida, os profissionais marcharam pelo centro da capital e fecharam a praça Sete.

Segundo a BHTrans, o trânsito está congestionado na av. Amazonas, perto da esquina com a rua da Bahia, por causa da manifestação. A categoria deve continuar passeata até a Secretaria Municipal de Planejamento, no bairro Santa Efigênia, região leste da cidade.


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Proposta


Conforme nota publicada pelo Sindibel, os agentes se "revoltaram" com a nova proposta da PBH, que não prevê aumento real e incorporaria direitos conquistados, como adicional de insalubridade e prêmio pró-família, ao vencimento base. Essa estratégia, segundo o sindicato, serviria para "maquiar o pagamento do piso salarial nacional da categoria em BH".

Os agentes também rejeitaram a criação de um plano de carreira específico, já que pedem a inclusão no plano de carreiras, cargos e salários dos demais servidores municipais.


Com a proposta, a PBH não propõe aumento real, mas reajustaria o salário dos ACS de R$ 795,44 para R$ 1.020,58. O prêmio pró-família seria reduzido para atingir a remuneração atual, de R$ 1.228,04.

Os agentes exigem o cumprimento da lei nº 12.994/14, que estabelece o piso nacional em R$ 1.014, além dos benefícios conquistados.

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