Associação pede que seja banida substância encontrada em cerveja

Indústria cervejeira quer pedir "total banimento" do monoetilenoglicol, dietilenoglicol e trietilenoglicol, usadas no processo de resfriamento

Substâncias tóxicas são usadas na indústria para resfriamento da bebida

Substâncias tóxicas são usadas na indústria para resfriamento da bebida

Reprodução/Redes sociais

Entidades que representam a indústria cervejeira vão sugerir ao Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) o banimento de três substâncias utilizadas pelas empresas no processo de resfriamento da bebida: monoetilenoglicol, dietilenoglicol e trietilenoglicol .

As duas primeiras foram encontradas em um tanque da cervejaria Backer, responsável pela produção da marca Belorizontina, cujo consumo está por trás de uma doença nefroneural que já causou uma morte de deixou outras 16 pessoas hospitalizadas

O posicionamento foi divulgado nesta terça-feira (14) pelo Sindbebidas-MG (Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais) e a Abracerva (Associação Brasileira de Cerveja Artesanal). As entidades afirmaram que apoiam a investigação das autoridades "para o esclarecimento da relação existente entre a intoxicação de pessoas pelo dietilenoglicol e dois lotes da cerveja Belorizontina". 

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Em entrevista coletiva realizada na manhã desta terça na fábrica da Backer, a CEO da cervejaria, Paula Lebbos, fez um apelo para que não se consuma a cerveja Belorizontina, independentemente do lote registrado.