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BH decreta emergência em saúde por alta de doenças respiratórias

Prefeitura anuncia reforço em leitos e equipes, além de ampliar vacinação para conter superlotação nas UPAs

Minas Gerais|Cler Santos, do R7.

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A previsão é de que o pico da demanda ocorra nas próximas duas semanas, o que motivou a adoção antecipada das medidas.
A previsão é de que o pico da demanda ocorra nas próximas duas semanas, o que motivou a adoção antecipada das medidas. RECORD Minas/ Reprodução

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Prefeitura de Belo Horizonte decreta situação de emergência na saúde devido ao aumento de doenças respiratórias.
  • A medida visa ampliar leitos, contratar mais profissionais e flexibilizar horários nas unidades de saúde.
  • O pico da demanda por atendimento nas UPAs é esperado nas próximas duas semanas, com aumento expressivo nos atendimentos desde janeiro.
  • Campanha de vacinação contra influenza e Covid-19 é intensificada para conter a propagação das doenças.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Prefeitura de Belo Horizonte decretou situação de emergência em saúde nesta sexta-feira (10) diante do aumento de casos de doenças respiratórias na capital. A medida foi anunciada pelo prefeito Álvaro Damião, ao lado do secretário municipal de Saúde, Miguel Paulo Duarte Neto, e tem como objetivo agilizar ações para evitar a sobrecarga no sistema público.

Segundo o prefeito, a mudança no clima provocou uma alta na procura por atendimento, principalmente entre crianças. O cenário também já foi observado em cidades da região metropolitana, como Contagem.


Com o decreto, a prefeitura poderá ampliar de forma mais rápida a oferta de leitos, equipamentos e estrutura de atendimento, além de contratar mais profissionais e flexibilizar horários nas unidades de saúde. A previsão é de que o pico da demanda ocorra nas próximas duas semanas, o que motivou a adoção antecipada das medidas.

De acordo com o secretário de Saúde, a pressão maior está concentrada nas unidades de pronto atendimento (UPAs), enquanto a ocupação hospitalar permanece estável. “O aumento da demanda vem numa crescente e já projeta uma sobrecarga. Estamos nos antecipando para mitigar esse impacto”, explicou. A rede também conta com suporte de hospitais como o Odilon Behrens e o Hospital do Barreiro.


Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram o avanço expressivo nos atendimentos: em janeiro, foram registrados 22.802 atendimentos nas UPAs e centros de saúde; em fevereiro, 22.533; e, em março, o número saltou para 49.574.

A vacinação foi destacada como principal estratégia para conter o avanço das doenças. A partir deste sábado (11), Belo Horizonte realiza o Dia D de imunização contra influenza e Covid-19. A campanha já vinha sendo antecipada na cidade, mas a adesão ainda é considerada abaixo do ideal.


“Quanto mais pessoas vacinadas, menor a chance de precisar de atendimento nas UPAs”, ressaltou o prefeito, ao pedir que a população procure os postos de saúde. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, há doses disponíveis, e eventuais faltas pontuais são rapidamente solucionadas com remanejamento entre unidades.

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