Minas Gerais Câmara de BH quer classificar academias como serviço essencial

Câmara de BH quer classificar academias como serviço essencial

Prática da atividade física está proibida desde março, com a classificação da Onda Roxa em BH pelo Governo de Minas

Academias estão fechadas em BH

Academias estão fechadas em BH

Reprodução / Pixabay

A Câmara de Belo Horizonte vota, na tarde desta quinta-feira (8), um projeto de lei que declara as academias como estabelecimentos essenciais na capital mineira. A proposta é assinada pelo vereador e ex-árbitro de futebol Juliano Lopes (PTC). 

O projeto, que contém apenas dois artigos, estabelece que a prática de atividade física e do exercício físico são atividades essenciais em Belo Horizonte e podem ser feitas em locais públicos e em "estabelecimentos prestadores de serviços destinados a essa finalidade", como as academias. 

Em Belo Horizonte a prática da atividade física está proibida em espaços públicos, como praças, parques e pistas de corrida. As academias estão fechadas por não serem reconhecidas como atividade essencial, de acordo com as regras do programa Minas Consciente, do Governo de Minas.

A capital mineira está classificada na Onda Roxa do programa, até pelo menos o dia 18 de abril, devido à alta incidência de casos de covid-19. 

O projeto de lei também estabelece que as restrições à atividade física - e ao funcionamento das academias - só podem ser adotadas em razão de normas sanitárias ou de segurança pública que precisam ser precedidas de "decisão administrativa fundamentada da autoridade competente".

O parlamentar também quer que, quando a prefeitura determinar o fechamento das academias, seja indicada "a extensão, os motivos e critérios científicos e técnicos" que embasam a medidas. 

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