Colecionador de BH tem mais de 8.000 relíquias guardadas em casa
De capacete da Segunda Mundial à primeira TV do mundo; o acervo tem de tudo
Minas Gerais|Do R7, com Record MG



O bioquímico Jeferson Rios, que mora do bairro Esplanada em Belo Horizonte, tem como hobby colecionar relíquias há cerca de 30 anos. O colecionador tem mais de 8.000 itens antigos de todos os tipos.
Algumas das antiguidades mais curiosas são um capacete da Segunda Guerra Mundial com o furo da bala que matou um soldado e a primeira televisão do mundo - só foram fabricados 15 mil exemplares -, além de uma caixa de música do século 19, que é a peça mais antiga do acervo.
Entre as antiguidades favoritas está uma réplica do carro Concord de 1936. Há apenas oito deste tipo no mundo inteiro. Outro veículo que ele tem no acervo é a primeira peça que ele adquiriu: uma jardineira, uma espécie de ônibus construído sobre o chassi de um caminhão.
Jeferson Rios conta de onde vem a paixão pelas coisas antigas.
— É um entusiasmo mostrar para a geração futura o que aconteceu no passado. As coisas antigas para mim não são como as de hoje que são todas para acabar amanhã. A maior parte das peças aqui funcionam.
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O colecionador tem também uma máquina fotográfica de 1930, chamada de lambe-lambe porque o fotógrafo precisava passar o filme na língua para revelar as fotos. Um móvel que ficava no vagão presidencial do trem que passava na Central do Brasil no Rio de Janeiro também integra a coleção de Jeferson Rios.
Inicialmente o bioquímico procurava as peças antigas para comprar, mas atualmente ele diz que recebe cerca de quatro ligações por dia de pessoas que querem vender relíquias. O objetivo do colecionador é criar um museu com as milhares de peças que adquiriu.















