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Corte dos dias parados trava fim da greve dos servidores da Saúde

Categoria e representantes do governo ainda estão em reunião tentando chegar a um acordo

Minas Gerais|Felipe Rezende, do R7

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Servidores decidiram continuar a paralisação em assembleia
Servidores decidiram continuar a paralisação em assembleia

Dois tópicos no acordo que seria assinado entre servidores da Fhemig (Fundação Hospitalar de Minas Gerais) e o governo de Minas Gerais travam o fim da greve da categoria, que já dura dez dias. As duas partes ainda estão reunidas na noite desta quarta-feira (13).

De acordo com a Asthemig (Associação Sindical dos Trabalhadores em Hospitais de Minas Gerais), o acordo determina que os dias parados serão descontados dos funcionários, que também se comprometeriam a não realizar paralisações até o final de 2014. As duas cláusulas foram levadas para uma assembleia, que rejeitou o acordo e decidiu manter a greve.


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A categoria já havia aceitado os reajustes oferecidos pelo governo, que iria incorporar a gratificação complementar que equivale a 50% dos vencimentos básicos. O pagamento seria feito em duas parcelas, em fevereiro de 2014 e no mesmo mês de 2015.


O Estado ainda ofereceu o pagamento dos retroativos atrasados para janeiro do ano que vem. Sobre as 30 horas de jornada semanal, outro pedido da categoria, seria criada uma comissão para discutir uma forma gradual de implantação.

A comissão dos trabalhadores, a subsecretária de Gestão de Pessoas, Fernanda Neves, e o presidente da Fhemig, Antônio Carlos de Barros Martins, participam da reunião na sede da fundação. Caso cheguem a um acordo, os servidores só voltarão a trabalhar nesta quinta-feira (14).

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