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Decisão da Justiça sobre cunhado de Ana Hickmann deve ficar para 2018

Nova audiência foi marcada para dezembro deste ano

Minas Gerais|do R7*

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Apresentadora prestou depoimento nesta manhã
Apresentadora prestou depoimento nesta manhã

A Justiça mineira marcou para o dia 18 de dezembro uma nova audiência para ouvir as testemunhas do processo em que o cunhado da apresentadora Ana Hickmann é acusado de homicídio por atirar em um homem que fez a família dela refém, em um hotel de Belo Horizonte. De acordo com o TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais), a nova data fica a dois dias do recesso do Tribunal, por isso, a juíza responsável pelo caso não terá tempo de analisar o caso ainda neste ano.

O objetivo das audiências de instrução é definir se Gustavo Henrique Correa será absolvido ou se o caso deverá ser analisado pelo tribunal do júri. Nesta sexta-feira (20), a apresentadora prestou depoimento, na audiência que durou quatro horas. Ela chegou ao fórum acompanhada da família, assessores e advogados pouco depois das 7h30 e lamentou o caso.


— O que está acontecendo aqui infelizmente, na minha opinião sobre, é uma tremenda injustiça. Mas ao mesmo tempo, como pessoa de bem, acredito que na Justiça e que vai acabar logo. Espero que logo porque esse tormento já vem atormentado a nossa família a mais de um ano.

Em maio do ano passado, Ana Hickmann foi a Belo Horizonte participar de um evento de moda e se hospedou em um hotel no bairro Belvedere, na região oeste da cidade. O Correa foi rendido por Rodrigo Augusto de Pádua no elevador e foi forçado a ir até o quarto onde estavam a apresentadora e a cunhada dela, Giovana Oliveira. Os três foram feitos reféns pelo homem armado, que baleou Giovana. Após o ataque, Correa deteve o agressor. Neste momento, o cunhado da apresentadora conseguiu tomar a arma de Pádua e baleou o homem.


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Para o advogado do cunhado da apresentadora, Correa agiu em legítima defesa para salvar a família. Após a audiência, Correa lamentou o caso.


— Não tem como eu ter arrependimento porque a gente não pode se arrepender daquilo que não tivemos opção. Não foi uma briga de bar, eu não estava dirigindo alcoolizado, não foi nada disso. Ou eu faria ou eu não estaria aqui.

O inquérito da Polícia Civil concluiu que atitude de Correa foi legítima defesa. Porém, para o MP (Ministério Público), a morte poderia ter sido evitada. Correa é acusado de homicídio doloso, quando há intenção de matar.

(*) Pablo Nascimento, estagiário do R7

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