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Galpão de bufê que deu cano em 400 noivos é destruído por incêndio

Há suspeita de que o incêndio tenha sido criminoso

Minas Gerais|Do R7 com Record Minas

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Chamas ficaram concentradas na parte de cima do galpão
Chamas ficaram concentradas na parte de cima do galpão

O galpão do Buffet Tereza Cavalcanti, que quebrou na semana passada e deu prejuízo de até R$ 10 milhões para 400 clientes em Belo Horizonte, foi destruído por incêndio na madrugada desta quarta-feira (21).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas ficaram concentradas na parte de cima do imóvel, localizado no bairro Santa Trezinha, na região da Pampulha, na capital mineira.

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No local, havia grande acúmulo de papelão e madeira, o que facilitou a rápida propagação do fogo.

O combate durou em torno de 30 minutos e, a todo momento, os seis bombeiros que trabalharam tiveram a intenção de impedir que as chamas chegassem ao pátio do galpão, onde havia alguns veículos da empresa falida estacionados.

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Há suspeita de que o incêndio tenha sido criminoso e a real causa será investigada pela Polícia Civil. O mesmo galpão chegou a ser saqueado logo após a falência do bufê ser divulgada.

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Entenda o caso

O bufê tradicional fechou as portas e surpreendeu seus clientes no último dia 14. Na mesma data, a empresa deletou páginas em redes sociais e os funcionários foram orientados a comunicar aos clientes por telefone.

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Dois dias depois, a Justiça mineira concedeu liminar favorável a um dos cerca de 400 noivos lesados pelo bufê e bloqueou R$ 6.000 da conta de Simone Pereira Passos, uma das sócias da empresa. Os outros donos, a empresária Terezinha Neves Pereira Cavalcanti, mãe de Simone, e o outro filho dela, Luiz Fernando Cavalcanti, sumiram depois da repercussão da falência.

O caso é investigado pela Polícia Civil e a responsável pelos trabalhos, a delegada Wanessa Martins, deve intimar os donos do bufê. A família tinha 150 funcionários em três unidades, que funcionavam nos bairros Santa Amélia e Santa Teresinha, ambas na Pampulha, e no Belvedere, na região centro-sul de BH.

O espaço de festas Galaxy Eventos e o Maria Fernanda Buffet também são administrados pelos investigados.

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