Governo de MG lança crédito de R$ 300 milhões para municípios
Dinheiro será destinado a investimentos em infraestrutura e melhorias urbanas; valor é 50% maior que o ofertado em 2020
Minas Gerais|Pablo Nascimento, do R7

O Governo de Minas Gerais anunciou, nesta quarta-feira (7), a liberação de R$ 300 milhões em linhas de crédito para os municípios mineiros. Os recursos deverão ser usados para investimentos em infraestrutura e melhorias urbanas.
Os valores vão ser disponibilizados pelo BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais), por meio do programa Edital de Municípios. Neste ano, o valor liberado é 50% maior que o ofertado em 2020.
As prefeituras vão contar com juros mais baixos, que variam de acordo com a modalidade de crédito escolhida. A taxa cobrada varia de 0,41% e 0,53% ao mês, mais a Selic. Para as cidades com IDH abaixo da média estadual, será ainda menor, variado de 0,33% a 0,45% ao mês, mais a Selic.
Para este ano foi criada mais uma linha de crédito, totalizando quatro. São elas:
• BDMG Maq: destinada à aquisição de máquinas e equipamentos;
• BDMG Urbaniza: para obras de infraestrutura, como implantação e adequação de intervenções urbanas, ciclovias, sinalização, entre outros;
• BDMG Saneamento: destinada a estudos para obras de saneamento básico;
• BDMG Cidades Sustentáveis: vai financiar, além de reformas e ampliações de prédios públicos, a instalação de lâmpadas de LED na iluminação pública, a geração de energia renovável e investimentos em sistemas de monitoramento por câmeras e internet em espaços públicos
Agora, a solicitação deve ser feita virtualmente, no site do BDMG. Com isto, o banco espera reduzir de 12 meses para 120 dias o tempo médio para liberação dos benefícios.
Histórico
O Edital de Municípios BDMG já distribuiu, desde sua criação em 2012, R$ 1 bilhão para auxiliar as cidades mineiras. O programa e outros projetos anunciadas para socorrer a economia durante a pandemia de covid-19 deixou o banco na liderança no número de operações de financiamento deferidas no sistema da Secretaria do Tesouro Nacional, com participação de 61%, no último biênio.













