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Homem conta ao vivo como matou ex-mulher com quatro facadas em BH

Ele possui o nome da vítima tatuado no braço

Minas Gerais|Do R7 MG, com Record Minas

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Homem alega que "já chegou dando facada" na vítima
Homem alega que "já chegou dando facada" na vítima

O homem que matou a ex-esposa com facadas nas costas em um carrinho de cachorro-quente, na noite dessa terça-feira (6), no bairro Alto Vera Cruz, na região leste de BH, contou em frente às câmeras o que o levou a cometer o crime.

André Nascimento, de 33 anos, confessou que matou Nayara, de 26 anos, por ciúmes, e que não deu chance de defesa à vítima.


— Eu matei ela porque ela tava me traindo. Da primeira eu perdoei, da segunda não consegui, fiquei nervoso. Nem conversei, já cheguei dando facada.

Embora o réu confesso alegue que foi traído, testemunhas afirmam que ele e a vítima não possuíam mais um relacionamento. Ele afirma que o cegou de ciúmes foi a presença de um homem na barraca de cachorro-quente onde a vítima trabalhava. O homem, que ele acreditava ser um namorado, era só um cliente.


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Nascimento afirmou que não estava sob efeito de bebidas alcoólicas ou de drogas. Ele ainda é acusado de ter estuprado a ex-esposa e a cunhada e aproveitou a oportunidade para negar as acusações.


— Tem um negócio de estupro aí, e eu sou homem, eu não fiz. Não fiz. E falo isso porque já tentaram me estuprar duas vezes. Mas matar minha esposa eu matei mesmo.

Quando a repórter relatou o assassinato e detalhou que a faca utilizada no assassinato ficou dentro do corpo da vítima, Nascimento pareceu se emocionar.


— Agora que você falou que a faca ficou dentro... eu não queria fazer isso não. Eu não queria, fiz na raiva, no ódio.

Nascimento carrega no braço uma tatuagem com o nome de Nayara, em uma tentativa de demonstração de amor.

Maria da Penha

Uma medida protetiva solicitada por Nayara e expedida pela polícia deveria ter impedido a aproximação do suspeito nos últimos cinco meses. Segundo Nascimento, eles se encontraram no seu aniversário, no dia 1º de junho, quando conversaram. Ele alega que tinha conhecimento sobre a medida protetiva, mas que isso não o impediu de nada.

Tranquilidade

O suspeito se escondeu depois do assassinato e se entregou à polícia nesta quarta-feira (7). Ele foi preso e encaminhado para o Departamento de Investigações da Polícia Civil, mas disse estar tranquilo.

— Eu tô tranquilo, porque eu já fiz o que eu tinha que fazer, então o que adianta eu ficar mostrando meu sentimento?

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