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Imagens da Estação Diamante podem ajudar a desvendar mistério de menino abandonado no Barreiro

Delegado responsável pelo caso ainda analisa as gravações, que somam 12 horas de vídeos

Minas Gerais|Tabata Martins, do R7

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O menor foi encontrado neste lote no bairro Diamante
O menor foi encontrado neste lote no bairro Diamante

Imagens das câmeras de segurança da Estação Diamante estão sendo analisadas pela PC (Polícia Civil) nesta quarta-feira (30) na tentativa de desvendar o mistério que ronda o caso do menino que foi espancado e abandonado em lote vago do Barreiro, em Belo Horizonte.

De acordo com a assessoria da PC, o delegado responsável pelo caso, Júlio Campos Zica, informou que as filmagens somam 12 horas e, por isso, ainda não foi possível chegar a nenhuma conclusão.


O menor foi resgatado por policiais no último dia 16, quando foi constatado que ele teve perda de massa encefálica e foi rapidamente levado para a UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Barreiro. Porém, o menor precisou ser transferido para o Hospital de Pronto-Socorro João 23, onde permanece internado na enfermaria e seu estado de saúde é considerado estável.

A criança só foi reconhecida pela mãe há uma semana, quando a mulher, que teve a identidade preservada pela polícia, se dirigiu à unidade de saúde e afirmou que o filho tem dez anos e estava desaparecido desde o dia 17 de abril. Entretanto, ela só foi à delegacia de desaparecidos para fazer o registro do sumiço seis dias depois.


A responsável pelo menino já foi ouvida pelo delegado e justificou a demora pela procura do filho pelo fato de ele ter o costume de sair de casa e demorar a voltar.

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No dia em que foi socorrida, a criança, morena e de 1,20 m de altura, estava vestida com camisa de malha cinza e bermuda da mesma cor, que é uniforme do Instituto Educacional Novo Caminhar, que fica no bairro João Pinheiro, na região noroeste da capital. Porém, a diretora da escola chegou a visitar o menino no hospital e não o reconheceu. Ana Paula Guimarães, de 27 anos, afirmou que nunca viu o garoto.

— Ele nunca foi nosso aluno, infelizmente não o conhecemos. Sempre fazemos doações no fim do ano, este uniforme pode ter chegado a ele por meio de doação de roupa.

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