Logo R7.com
RecordPlus

Manifestantes fazem novo protesto contra o aumento das passagens

É o segundo ato em duas semanas; tarifas passaram de R$ 3,40 para R$ 3,70 em BH

Minas Gerais|Do R7

  • Google News
Ato foi acompanhado de perto pela PM
Ato foi acompanhado de perto pela PM

Uma semana após o primeiro protesto contra o aumento das passagens de ônibus em Belo Horizonte, cerca de 100 pessoas se reuniram nesta sexta-feira (15) para se posicionar contra o reajuste da tarifa, que passou de R$ 3,40 para R$ 3,70 no primeiro domingo de 2016.

O grupo se concentrou, como de costume, na praça Sete, principal ponto do centro da capital. De lá, seguiu em passeata pela rua da Bahia e pela avenida Augusto de Lima. Segundo a BHTrans, eles caminham em direção à praça Raul Soares.


Leia mais notícias de Minas Gerais no Portal R7

Experimente grátis: todos os programas da Record na íntegra no R7 Play


A Polícia Militar acompanha o ato, que segue de forma tranquila. Já o trânsito nas principais vias do centro está complicado.

Recursos


A Defensoria Pública de Direitos Humanos de Minas Gerais entrou com uma ação na Justiça para suspender o aumento das tarifas do transporte público coletivo em Belo Horizonte. De acordo com a assessoria de imprensa no órgão, a Ação Cautelar Incidental foi ajuizada no dia 6 de janeiro.

Para a Defensoria, o reajuste é ilegal já que o preço anterior, de R$ 3,40, ainda é contestado judicialmente. A defensora pública Júnia Roman Carvalho informou que "a suspensão da liminar não autoriza novo aumento. Não há bases sólidas para incidir um novo aumento das tarifas até o julgamento do agravo".


O agravo interposto em outubro contra a suspensão da liminar que tentou barrar o primeiro aumento deverá ser julgado no próximo dia 27.

O Ministério Público de Minas Gerais também tenta barrar desde o dia 4 de janeiro o novo valor da passagem. De acordo com o promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, Eduardo Nepomuceno, o novo preço foi calculado de forma errada, já que a BHTrans teria considerado a inflação dos últimos 12 meses. No entanto, como a tarifa já havia sido elevada de R$ 3,10 para R$ 3,40 em julho, o correto seria utilizar como referência a inflação de agosto a dezembro. Com isso, o índice foi aplicado duas vezes pela prefeitura, que já tinha alegado o desequilíbrio econômico dos contratos das empresas para justificar o reajuste no meio do ano.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.