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Ex-vereador de BH, acusado de mandar matar sindicalista, nega envolvimento no caso

Julgamento começou na segunda-feira (29) e a previsão é que termine nesta sexta (02); Hamilton Moura foi morto em 2020

MG no Ar|Do R7

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Recomeçou, na manhã desta quinta-feira (31), o julgamento do homicídio do sindicalista e vereador de Funilândia Hamilton Moura. Nesta quarta (30), o primeiro dos sete réus foi ouvido. O ex-vereador de Belo Horizonte Ronaldo Batista de Morais negou a participação no crime. Hamilton foi encontrado morto em 2020, na capital mineira.

Ronaldo disse que foi indiciado como suspeito pelo assassinato de Hamilton Moura porque a família da vítima não gostava dele por divergências na política. Segundo ele, entre os dois havia um clima de respeito, tanto que foi convidado para uma festa de aniversário de Hamilton.

O réu falou ainda que os dois se encontraram em um restaurante em BH em 2012 e, pela primeira vez, a vítima revelou que ia criar um sindicato. Depois disso, disse que a última vez que viu Hamilton foi em 2013. O ex-vereador concluiu o depoimento acusando o delegado responsável pela investigação de ter cedido à pressão da mídia e da sociedade para apresentar um suspeito de ser o mandante do crime.

O julgamento começou na segunda-feira (29) e a previsão é que termine nesta sexta (02).

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