Minas Gerais vai liberar cirurgias eletivas em todo Estado
Procedimentos tinham limitações segundo a onda de cada região; secretário celebra recorde de vacinação diária
Minas Gerais|do R7, com Shirley Barroso, da Record TV Minas

Minas Gerais vai liberar a realização de cirurgias eletivas em todas as regiões a partir da próxima semana.
A informação foi confirmada pelo secretário estadual de Saúde, Fábio Baccheretti, em entrevista à Record TV Minas, nesta sexta-feira (23).
Até então, havia limitações de procedimento de acordo com a classificação de cada cidade no programa Minas Consciente. Segundo Baccheretti, a mudança é possível graças à melhoria dos dados da pandemia.
— É uma preocupação do Estado o acúmulo de cirurgias durante tanto tempo. O único condicionante para esses procedimentos vai ser o kit intubação, com pelo menos 30 dias de estoque.
Ainda de acordo com o secretário, as regiões que foram mais afetadas pela pandemia, como Triângulo Sul, Leste do Sul e Nordeste, devem sair da onda vermelha nas próximas semanas, pois os indicadores estão em melhora. Fábio Baccheretti afirmou que algumas regiões do Estado também vão para a onda verde na próxima semana.
Vacinação
De acordo com o secretário de saúde, Minas Gerais bateu recorde de vacinação diária. Cerca de 230 mil doses de vacina contra a covid-19 foram aplicadas em um dia. Ainda de acordo com ele, a previsão de vacinar todos os adultos com a primeira dose até o mês de setembro continua.
— Há uma expectativa de doações de vacinas dos Estados Unidos e da Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde. Se chegar mais vacinas não esperadas, podemos conseguir adiantar para agosto, mas ainda continuamos com a previsão para setembro.
Segundo ele, há previsão de chegar mais doses dos imunizantes do governo federal no início da próxima semana.
Terceira onda
O Estado não registrou a terceira onda da covid-19. Segundo Fábio Baccheretti, não há registros de circulação da variante Delta em Minas. O único caso registrado foi controlado.
— Qualquer vacina é eficaz contra a doença para casos graves e óbitos. Acredito que o pior já passou. Nós temos que manter essas medidas que nos acostumamos para que em breve consigamos ser mais flexíveis.















