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Mulher paga dívida de droga com sexo e ainda é estuprada

Durante quatro dias, vítima foi mantida em cárcere privado e abusada por traficante

Minas Gerais|Do R7

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Crime aconteceu em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais
Crime aconteceu em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais

Um homem estuprou e manteve em cárcere privado, durante quatro dias, uma mulher de 36 anos, por ela não ter pagado a droga que comprou, em Patos de Minas, na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais. A vítima foi libertada e fez denúncia à polícia nesta quinta-feira (8). O suspeito foi preso e provocou tumulto na delegacia.

A vítima relatou à Polícia Militar (PM) que ela foi até a casa de Júlio césar de Oliveira, de 38 anos, no bairro Várzea para comprar e consumir drogas, na última segunda-feira (5). M. A. T. contou que ela já tinha havia deixado um aparelho de celular com o homem para cobrir uma dívida anterior. Dessa vez, teve relações sexuais com ele para pagar pelos alucinógenos, uma vez que não tinha dinheiro. Porém, após o encontro, Oliveira impediu a mulher de ir embora e a ameaçou, dizendo que ia matar ela e a mãe dela.


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Em depoimento, a vítima contou que durante os quatro dias, ela teria sido estuprada diversas vezes, sendo mantida como uma “escrava sexual”. M. A. T disse, ainda, que Oliveira a agrediu colocando uma faca na boca dela, causando ferimentos na garganta. De acordo com a PM, a vítima foi libertada pelo agressor no início da tarde desta quinta-feira e voltou para a casa dela. Ela relatou que ficou com medo das ameaças e só decidiu denunciá-lo no final da tarde. M. A. T. disse que deixou um telefone celular com Oliveira para cobrir a dívida das drogas que ela havia consumido e não tinha dinheiro para pagar. Porém, segundo a PM, o suspeito teria destruído o aparelho.

Policiais militares estiveram no endereço indicado e Oliveira foi preso e levado para a delegacia. O homem negou os crimes, mas quando prestava depoimento se exaltou e quebrou vários objetos dentro da unidade. A perícia foi acionada e a polícia investiga o caso.

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