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Museu da PUC Minas será reaberto após incêndio com exposição do gorila Idi Amin

Museu de Ciências Naturais foi totalmente renovado após ser atingido por fogo em Janeiro

Minas Gerais|Do R7

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Museu ganhou iluminação de LED e novas cores na parte interna
Museu ganhou iluminação de LED e novas cores na parte interna

Depois de quase 11 meses fechado após sofrer um incêndio em janeiro deste ano, o Museu de Ciências Naturais PUC Minas será reaberto na próxima sexta-feira (13). A data marcada coincide com a celebração do aniversário de 55 anos fa universidade. O público poderá visitar o local a partir do dia 17 de dezembro.

O evento de reabertura começa às 10h no auditório do museu, campus Coração Eucarístico, região noroeste da capital mineira. A grande atração de reinauração do espaço, que foi totalmente renovado, é a exposição do corpo do gorila Idi Amin, que morava no Zoológico de Belo Horizonte. Ao lado dele, estará ainda o corpo da gorila Cleópatra, que conviva no mesmo ambiente. Eles serão expostos ao lado de esqueletos dos elefantes Joca e Margarete, no 3º andar.


Para a montagem do Idi Amin, foi utilizada técnica de curtimento de couro, idêntica à aplicada em bovinos, desenvolvida pela Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa), o que possibilitou a permanência original da pele, dos pelos e dos dedos do gorila. Para o preenchimento do manequim, que é feito com poliuretano, material leve e poroso, o próprio museu testou revestimento com cimento especial, que dá mais firmeza e durabilidade, além de melhor qualidade de acabamento.

O museu ganhou sistema de iluminação em led, mais econômica e que não aquece o ambiente. Os horários de visitação continuam os mesmos: incluindo feriados, de terça a sábado, das 8h30 às 17h, e às quintas até as 21h. Os ingressos custam R$5 para o público em geral e R$2,50 para estudantes de escolas públicas.


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Exposições


Outra atração que estará totalmente restaurada é a preguiça gigante, que havia desabado com o incêndio. Foi usada resina na superfície externa dos ossos e preenchimento com poliuretano, que dá consistência ao esqueleto. A réplica é feita a partir de fóssil da coleção de Paleontologia do museu, uma das mais importantes das Américas e que contém mais de 70 mil fósseis, não atingida pelo incêndio, assim como toda a reserva técnica e as outras coleções. A preguiça gigante integrava a exposição A grande extinção - 11 mil anos, dos animais existentes no período Pleistoceno.

Em 2013, o museu desenvolveu normalmente suas atividades, com exceção da visitação do público, como coleta de novas espécies, tombamento de novas peças (que inclui o processamento, catalogação e descrição, produção de artigo científico, por exemplo). Novas peças importantes chegaram ao local, como aves da Amazônia e peixes das bacias mineiras.

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