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Neonazista indiciado por racismo e formação de quadrilha em BH é solto

Esse foi o segundo indiciado do caso que saiu da cadeia

Minas Gerais|Do R7

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Investigações começaram por causa de foto de agressão postada
Investigações começaram por causa de foto de agressão postada

Foi solto Marcus Vinícius Garcia Cunha, indiciado por divulgar a ideologia nazista, formação de quadrilha e corrupção de menores em Belo Horizonte.

De acordo com informações do assessoria de imprensa da Seds (Secretaria de Estado de Defesa Social ), o jovem, de 26 anos, saiu da cadeia na última semana, após ser beneficiado por alvará de soltura.


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Esse foi o segundo indiciado do caso que saiu da cadeia. João Matheus Vetter de Moura, de 20 anos, recebeu a liberdade em abril deste ano.


Já o terceiro envolvido com os crimes de racismo e formação de quadrilha registrados na capital mineira no começo de 2013, Antônio Donato Baudson Peret, de 25 anos, continua preso. Ele foi o responsável por postar uma foto no Facebook agredindo um catador de materiais recicláveis e responde, além dos crimes já citados, por divulgação do nazismo e corrupção de menores.

Entenda o caso


O caso veio à tona quando a foto polêmica de Peret foi divulgada na internet e provocou revolta. Na imagem, ele aparece agredindo um catador de papel, utilizando uma corrente para "enforcar" o homem. Na época, ele ainda colocou a legenda "Quer fumar "crackinho", quer? Em meio a praça pública cheia de criança?", dando a entender que a vítima era usuária de drogas. Como a foto ganhou repercussão, o jovem fugiu, mas acabou sendo preso em Americana (SP).

Já os outros dois suspeitos foram detidos por equipes do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil e da 1ª Delegacia de Polícia Sul. A casa dos detidos foi vasculhada, com autorização judicial por meio de três mandados de busca e apreensão.

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