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Operação mira quadrilha que abastecia gangues com armas de fogo e munições em MG

Operação tem cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo

Minas Gerais|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A operação "Senhores da Guerra" visa desarticular uma quadrilha que abastecia gangues com armas e munições em Minas Gerais.
  • Foram cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo, com alvo de 38 suspeitos.
  • A Justiça autorizou a apreensão de mais de 40 armas registradas, além de prisões preventivas e temporárias.
  • O grupo operava ilegalmente com a venda de munições e acessórios para aumentar a letalidade de armas, inclusive para colecionadores.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Munições eram comercializadas tanto para criminosos comuns quanto para pessoas com registros válidos de armas de fogo Divulgação/Polícia Federal

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (FICCO/MG) realizou, nesta segunda-feira (18), a Operação Senhores da Guerra, contra uma organização criminosa que atuava em Governador Valadares, a 320 km de Belo Horizonte. O grupo é apontado como responsável por abastecer gangues rivais com armas de fogo, munições e coletes balísticos. Operação tem como alvo 38 suspeitos, com cumprimento de 43 mandados de busca e apreensão nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo.

A Justiça autorizou a apreensão de mais de 40 armas registradas, que agora serão submetidas a processo de cassação dos registros. Além disso, foram cumpridos dois mandados de prisão preventiva e seis de prisão temporária contra os suspeitos.


As investigações tiveram início a partir da análise do material apreendido em uma operação realizada em fevereiro deste ano. Os levantamentos revelaram que a quadrilha possuía uma estrutura consolidada em Governador Valadares, com dois líderes encarregados da aquisição dos armamentos.

Segundo a FICCO/MG, as munições eram comercializadas tanto para criminosos comuns quanto para pessoas com registros válidos de armas de fogo, como integrantes do grupo CAC (Colecionadores, Atiradores e Caçadores), que compravam os produtos fora da legalidade. O comércio irregular era conduzido por cinco integrantes da organização.


As investigações também apontam que um armeiro e instrutor de tiro da cidade participava do esquema, sendo o responsável pela manutenção do arsenal e pela intermediação das negociações ilegais. Além disso, o grupo fabricava e vendia clandestinamente um acessório capaz de aumentar a letalidade de fuzis, adaptando-os para o modo rajada.

A operação é considerada um desdobramento das ações da FICCO no combate ao tráfico de armas e munições no interior de Minas.

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