Polícia Cívil e CRM investigam morte de mulher em clínica de estética
Mulher de 39 anos morreu durante o procedimento em Belo Horizonte; prefeitura afirma que clínica não poderia realizar cirurgias
Minas Gerais|Marina Avelar*, Do R7

A Polícia Civil e o CRM-MG (Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais) informaram que vão investigar o que causou a morte de uma mulher de 39 anos durante a aplicação de um preenchimento nos glúteos em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (8).
De acordo com a Polícia Civil, um inquérito foi instaurado para apurar as causas e eventuais responsabilidades na morte de Gisele Carvalho. Ainda segundo a polícia, o médico José Maria Rabelo Vasconcelos, de 71 anos, e testemunhas prestaram depoimento e foram liberados.
Já o CRM-MG (Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais) informou que tomou conhecimento do caso por meio da imprensa e que uma sindicância será aberta para investigar a situação. O órgão ainda informou que o procedimento seguirá em sigilo, seguindo o protocolo do Cpep (Código de Processos Ético Profissional).
A clinica possuía autorização da Prefeitura de Belo Horizonte para realizar apenas consultas. O local foi interditado pela Vigilância Sanitária na tarde desta quarta-feira (8), mas os motivos não foram informados.
O médico responsável pelo espaço defendeu que o procedimento poderia ser realizado no local, por não ser considerado “cirúrgico”.
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*Estagiária do R7, sob supervisão de Pablo Nascimento















