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Velório de militares que morreram em queda de avião acontece neste domingo em BH

Despedida é realizada na Academia de Polícia Militar, no bairro Sion; sepultamento será às 16h no Cemitério Bosque da Esperança

Minas Gerais|Arnon Gonçalves, do R7 e Alice Brito, da RECORD Minas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O velório dos três policiais militares que morreram na queda de um avião da corporação acontece neste domingo na Academia de Polícia Militar em Belo Horizonte.
  • O acidente ocorreu na última sexta-feira, durante um voo de recheque, quando a aeronave caiu e explodiu próximo ao Aeroporto Regional do Vale do Aço.
  • As vítimas foram o tenente-coronel Luiz Fernando Silvestre, a tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende e a tenente Alice dos Santos Oliveira Almeida.
  • As causas do acidente ainda estão sendo investigadas, e a aeronave era utilizada também para o transporte de órgãos para transplantes.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Familiares, amigos e outros militares comparecem no velório para despedida das vítimas Reprodução/RECORD MINAS

Familiares e amigos se despedem, neste domingo (11), dos três policiais militares que morreram após a queda de um avião da corporação. O velório acontece de 11h às 14, na Academia de Polícia Militar, no bairro Prado, em Belo Horizonte.

Estavam na aeronave o tenente-coronel Luiz Fernando Silvestre, a tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende e a tenente Alice dos Santos Oliveira Almeida. O seputalmento está previsto para acontecer às 16h, no Cemitério Parque Bosque da Esperança, no bairro Jaqueline, também na capital mineira.

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Relembre o caso

O avião da Polícia Militar caiu e deixou três oficiais mortos, por volta das 16h da última sexta-feira (9), nas imediações do Aeroporto Regional do Vale do Aço, no distrito industrial de Santana do Paraíso, em Ipatinga, no Vale do Aço, a 216 km de Belo Horizonte.

As informações são da PMMG e dão conta de que a aeronave havia acabado de decolar quando aconteceu o acidente. Com a queda, o avião, um King Air B300 da Polícia Militar, identificado como Pégasus 17, de prefixo PP-EJO, explodiu e formou uma enorme coluna de fumaça preta, que podia ser vista de longe. Ao todo, duas viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para atender à ocorrência. A queda aconteceu às margens do córrego Garrafinha, entre o muro do aeroporto e o loteamento Cidade Jardim.

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A aeronave havia decolado do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, por volta das 15h15. Segundo a PM, os militares realizavam um voo de recheque, procedimento para avaliar as habilidades dos pilotos.

O avião era um Beechcraft Super King Air 300, de prefixo PP-EJO e identificação operacional Pégasus 17. O modelo bimotor turboélice foi fabricado em 1986, tinha capacidade para nove passageiros, além do piloto, e documentação válida até abril de 2027.

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As causas do acidente ainda serão investigas.

Quem são as vítimas

As vítimas foram identificadas como o tenente-coronel Luis Fernando Silvestre, de 49 anos, a tenente Alice dos Santos Almeida, de 34, e a tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende, de 35.

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Silvestre pilotava a aeronave no momento do acidente. Natural de Belo Horizonte, ele tinha mais de cinco mil horas de voo e era considerado o instrutor mais experiente da corporação, segundo o coronel Flávio Santiago, diretor de Comunicação Organizacional da PMMG. Ele deixou a esposa e três filhos.

Gabriela Emília também era natural de Belo Horizonte e foi a primeira mulher da PMMG a se tornar piloto de aeronaves de asa fixa do Comando de Aviação do Estado (ComAvE). A tenente tinha cerca de 300 horas de voo e havia retornado recentemente da licença-maternidade. Ela deixou o marido e dois filhos pequenos.

O retorno da militar às atividades foi celebrado pela PM nas redes sociais na quinta-feira (8), um dia antes do acidente. Na homenagem, a corporação deu as boas-vindas à militar e celebrou seu retorno às atividades após a licença-maternidade: “Depois de uma pausa para viver um dos momentos mais importantes de sua vida, a Tenente Emília retorna aos céus. Ser mãe. Ser piloto. Ser policial militar”, dizia a publicação.

A terceira vítima, a tenente Alice dos Santos Almeida, era natural do Sul de Minas e também acumulava cerca de 300 horas de voo. Ela tinha 34 anos.

A aeronave também era utilizada pelo Comando de Aviação do Estado (ComAvE) no transporte de órgãos para transplantes. Em oito anos, o serviço de aviação da PMMG transportou cerca de dois mil órgãos.

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