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Nio, Zeekr, Aion e BYD querem tomar espaço de marcas tradicionais no Reino Unido

Marques chinesas aceleram expansão no Reino Unido e desafiam líderes no mercado de carros elétricos

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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Omoda & Jaecoo Omoda & Jaecoo/Divulgação

O mercado automobilístico do Reino Unido está passando por uma reconfiguração acelerada com a chegada e expansão de várias marcas chinesas de carros elétricos (EVs) e híbridos. Berço de marcas como Land Rover, MG (hoje chinesa), Mini, Daimler, Jaguar entre outras o espaço das ruas vem sendo tomado por marcas chinesas. Com mercado de 2 milhões de veiculos por ano, ainda abaixo dos níveis pré pandemia a Inglaterra e todo o Reino Unido não fazem parte da União Europeia o que fez do território um espaço amplo para as marcas estrangeiras.

Omoda & Jaecoo Omoda & Jaecoo/Divulgação

Nomes como Aion (GAC), Zeekr (Geely), Leapmotor (Stellantis), Xpeng, Nio, BYD e a própria MG (grupo SAIC) e outras fabricantes estão aproveitando a ausência de tarifas punitivas e a demanda por veículos eletrificados para fortalecer sua presença no país, que é o segundo maior mercado de carros elétricos da Europa.


Omoda & Jaecoo Omoda & Jaecoo/Divulgação

Recentemente o CEO da Zeekr Lothar Schupet disse que a estratégia é focar nas vendas corporativas que são 60% no Reino Unido e avançar com o wue chamou de “luxo acessível”. A Zeekr planeja vender 100.000 veículos elétricos só no Reino Unido em 2026.

BYD BYD/Divulgação

Hoje a BYD e a Chery já detém sozinhas 10% das vendas no Reino Unido. Outras marcas como Omoda & Jaecoo vem avançando rapidamente com 48 mil unidades vendidas só em 2025.


BYD BYD/Divulgação

O acelerado movimento dos fabricantes chineses no Reino Unido reflete uma estratégia global mais ampla de expansão fora da China, onde a competição já é intensa e margens se comprimem. No caso britânico, a ausência de tarifas elevadas sobre veículos importados permitiu que marcas chinesas ofereçam EVs com preços competitivos em relação a modelos europeus e americanos, atraindo atenção tanto de consumidores quanto de frotistas.

De acordo com projeções de analistas, as novas entrantes chinesas podem alcançar até 20% de participação no mercado britânico até 2028, capturando vendas tanto de veículos elétricos quanto híbridos e até modelos com motor a combustão.


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