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RJ obriga motos elétricas a terem placa e CNH em nova regulamentação

Mesmo motos que circulam a até 32km/h terão que ter placa e CNH, mas, na prática, só a partir de 2027

Autos Carros|Marcos Camargo JrOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou o decreto 57823, que regulamenta a circulação de motos elétricas, exigindo placa, licenciamento e CNH para os condutores.
  • A partir de 2027, motos elétricas deverão estar regularizadas, mas poderão circular sem licença até o final de 2026.
  • Motos elétricas serão equiparadas a ciclomotores, com restrições de circulação em vias e obrigatoriedade de uso de capacete.
  • A nova regra inclui multas conforme o Código de Trânsito Brasileiro e iniciou ações de fiscalização nas vias da cidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Medida inclui emplacamento e CNH obrigatórios, mesmo para velocidades menores Prefeitura de Nova Mutum/MT/Divulgação

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou um novo decreto (57823) que muda a forma como motos elétricas circulam na cidade.

A partir de agora, ciclomotores e veículos autopropelidos — categoria que inclui as chamadas motos elétricas — passam a exigir registro, licenciamento, emplacamento e habilitação do condutor.

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No entanto, a prefeitura vai permitir a circulação desses veículos sem a devida licença até o final do ano, o que, na prática, estende a permissão até o final do ano.

Moto elétrica em circulação por ruas brasileiras Prefeitura de Nova Mutum/MT/Divulgação

A medida posiciona o Rio como a primeira capital do país a estabelecer regras específicas para a micromobilidade elétrica, em um cenário de crescimento acelerado desses veículos nas ruas.

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Moto elétrica rodando na China Marcos Camargo Jr 08.04.2026

“Com essas novas determinações, os veículos autopropelidos estão sendo comparados aos ciclomotores. Todas essas motocicletas elétricas vão precisar ter placa, e os condutores precisarão ter CNH para dirigir na via. As ciclovias da cidade vão ficar reservadas para bicicletas, bicicletas elétricas, patinetes e patinetes elétricos. Quando as motocicletas elétricas circularem na ciclovia, correm o risco de serem apreendidas”, disse o prefeito em Exercício Eduardo Cavaliere.

Placa e CNH passam a ser obrigatórias

O ponto central da regulamentação é a equiparação das motos elétricas aos ciclomotores. Com isso, os veículos passam a seguir exigências semelhantes às de motocicletas mesmo que não tenham 800 watts ou que estejam limitados a 32km/h.

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Moto elétrica rodando na China Marcos Camargo Jr 08.04.2026

A prefeitura estabeleceu obrigatoriedade de placa e licenciamento, CNH categoria A para o condutor e registro do veículo junto aos órgãos de trânsito. Segundo a própria prefeitura, “todas essas motocicletas elétricas vão precisar ter placa, e os condutores precisarão ter CNH para dirigir na via”.

O decreto já está em vigor, mas a exigência de emplacamento terá período de adaptação até o fim de 2026, prazo para regularização dos veículos.

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Moto elétrica rodando na China Marcos Camargo Jr 08.04.2026

Na mesma comunicação, o município anunciou investimentos de R$ 20 milhões na expansão da malha cicloviária e de R$ 8 milhões na rede de motofaixas.

Novos limites para circular com motos elétricas

O decreto da prefeitura fluminense estabelece proibição da circulação de motos elétricas em vias com velocidade acima de 60 km/h. Em vias de até 60 km/h, ciclomotores e bicicletas elétricas poderão circular pelo lado direito da pista, no sentido da via. 

Já em vias com limite de até 40 km/h, ciclomotores, bicicletas elétricas e patinetes estão permitidos. Os ciclomotores poderão circular na pista de rolamento, no lado direito, no sentido da via.

Bicicletas elétricas e patinetes elétricos deverão circular na infraestrutura cicloviária, e, na ausência dela, no lado direito da pista, no sentido da via.

Além disso, está proibida a circulação em corredores com faixa BRS (ônibus), o que impacta diretamente a mobilidade em áreas centrais.

Segurança e fiscalização

A nova regra amplia as exigências de segurança como uso obrigatório de capacete e as Penalidades alinhadas ao Código de Trânsito Brasileiro.

A prefeitura também já iniciou ações de fiscalização nas vias, com foco em regularização e orientação.

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