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Estratégia de Lula para 2º turno passa por resgatar votos no Nordeste e ampliar apoio no Sudeste

Estratégia passa por governadores aliados e pela votação do fim da escala 6x1, que o Planalto quer aprovar antes da eleição

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula foca em recuperar votos no Nordeste e expandir apoio no Sudeste para o segundo turno.
  • Governadores aliados, como Jerônimo Rodrigues e Rafael Fonteles, são peças centrais na estratégia de campanha.
  • A votação da PEC que elimina a escala 6x1 é uma aposta para criar um fato novo na campanha.
  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, compromete-se a pautar a proposta, enfrentando obstruções de Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula para 2º turno Ricardo Stuckert

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu como prioridade para o segundo turno recuperar votos no Nordeste e tentar crescer sua base de eleitores nos estados do Sudeste.

Segundo interlocutores do Planalto, a estratégia mira as duas regiões para reverter a desvantagem em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário na disputa marcada para 25 de outubro.

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Lula terminou o primeiro turno com 45,16% dos votos válidos, contra 47,03% de Flávio. Depois do resultado, o entorno do presidente passou a trabalhar para recuperar o ânimo da equipe de campanha e reorganizar a base aliada para a reta final.

Os governadores aliados serão peça central nesse esforço. Na terça-feira (6), Lula reuniu em Brasília chefes de Executivos estaduais, como Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia, Rafael Fonteles (PT), do Piauí, e Elmano de Freitas (PT), do Ceará. Nesta quarta-feira (7), o encontro foi com deputados federais.

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A aposta para criar um fato novo na campanha é a votação da PEC que acaba com a escala 6x1, a jornada de seis dias de trabalho para um de descanso.

No Senado, a líder do governo, Teresa Leitão (PT-PE), começou a recolher assinaturas para um requerimento de calendário especial, que precisa do apoio de 27 senadores.

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Pelo regimento, uma PEC passa por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno e por mais três antes do segundo. Com o calendário especial, as duas votações poderiam ocorrer na mesma semana.

Interlocutores do Planalto afirmam que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), manteve os acordos firmados com o governo e ainda está comprometido a pautar a proposta na próxima quarta (14) ou quinta-feira (15) da semana que vem.

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Ainda de acordo com auxiliares do presidente, Flávio tem obstruído a tramitação, e o senador Rogério Marinho (PL-RN) articula contra a proposta.

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