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‘A picanha elegeu e pode derrotar o Lula’, diz campanha do Flávio

Aumento do custo de vida e denúncias contra o Lulinha são apontados como fatores de crescimento do senador nas pesquisas

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Campanha de Flávio Bolsonaro acredita que aumento do custo de vida e denúncias contra o filho de Lula impulsionam seu desempenho nas pesquisas.
  • Empate técnico é apontado no segundo turno, com Lula numericamente à frente.
  • Estratégia de campanha foca na insatisfação com a inflação e no desgaste do governo devido a denúncias familiares.
  • Avanço nas intenções de voto é observado no interior de São Paulo e entre eleitores de centro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Campanha de Flávio Bolsonaro (PL) aposta em redução da vantagem de Lula nas pesquisas Thiago Nolasco/RECORD - 22.08.2026

A cúpula da campanha do PL à Presidência acredita que o aumento no custo de vida e as denúncias contra o filho do presidente Lula, Fábio Luiz Lula da Silva, estão chegando ao eleitorado e impulsionando o desempenho do senador Flávio Bolsonaro nas pesquisas de intenção de votos. A maioria dos levantamentos aponta empate técnico no segundo turno, embora com o presidente Lula numericamente à frente.

​A leitura estratégica do comando de campanha é direta: as promessas de melhoria no padrão de vida viraram uma cobrança do eleitorado, alimentada pela insatisfação com a alta nos preços. Nos bastidores, aliados avaliam:


​“A picanha elegeu e pode derrotar o Lula.”

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​Além do impacto da inflação dos alimentos e da alta geral do custo de vida, fontes do grupo apontam que a exploração das denúncias envolvendo familiares do presidente tem ampliado o desgaste do governo:


​“Estão pegando as denúncias contra o Lulinha e principalmente o aumento do custo de vida.”

​Na visão da cúpula, a disputa afunilou definitivamente. “Os números são bons. Só tem 2 candidatos com condições de chegar ao segundo turno”, afirma uma fonte de destaque na campanha.


Aliados do Senador destacam ainda que “a eleição começou a se mexer”, apontando para uma trajetória de redução da vantagem do presidente “dois pontos por mês de redução da vantagem”.

​Segundo a avaliação interna, os focos prioritários de avanço estão no interior de São Paulo e entre os eleitores de centro, segmentos que vêm sendo conquistados progressivamente.

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