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Os três ‘tesouraços’ que Flávio Bolsonaro promete fazer se for eleito

Flávio quer acabar com censura e reduzir burocracia e máquina pública, segundo documento enviado ao TSE

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro propõe três "tesouraços" em seu plano de governo: na burocracia, nos gastos públicos e na censura.
  • O tesouraço na burocracia inclui unificar prontuários eletrônicos e criar a Central da Mulher para atendimentos prioritários.
  • Nos gastos públicos, ele defende equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à corrupção e redução de impostos.
  • Flávio critica a suposta censura do governo atual, comparando-a ao "Ministério da Verdade" do livro 1984, de George Orwell.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro acusa governo Lula de censura e compara a regime do livro "1984" Vittor Sales/Campanha Flávio Bolsonaro - 17.08.2026

Ao longo das 76 páginas do plano de governo, o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) cita três “tesouraços” que pretende fazer, caso seja eleito. O primeiro é o tesouraço na burocracia: Flávio quer unificar prontuários eletrônicos, facilitar criação de primeira empresa e reunir em um único lugar atendimentos prioritários para as mulheres, na chamada Central da Mulher. Flávio ataca a perda de tempo do cidadão para resolver seus problemas.

Ele também promete um tesouraço nos gastos públicos: “equilíbrio fiscal, reforma do Estado, combate à corrupção e menos impostos”. Por fim, Flávio ainda defende um tesouraço na suposta censura praticada pelo governo do Lula (PT).

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Em um trecho do documento, ele diz que, em uma democracia, “todo cidadão tem o direito de concordar ou discordar, de criticar e de questionar, e nenhum governo pode punir quem pensa diferente dele”.

“Sob o atual governo, porém, cresceu um aparato apelidado de ‘Ministério da Verdade’: estruturas criadas para tratar como desinformação aquilo que incomoda o poder, o que abre a porta para a censura de opositores, jornalistas e cidadãos comuns”, diz trecho do documento.

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A referência ao Ministério da Verdade é do livro 1984, de George Orwell. Na obra ficcional, o protagonista do livro, Winston Smith, trabalha no Ministério que é responsável por apagar registros históricos e reescrever a história de forma favorável ao regime do Grande Irmão.

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