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Em São Paulo, o inimigo comum é a abstenção

Tanto Bruno Covas (PSDB), quando Guilherme Boulos (PSOL), temem que ausência do eleitor afete resultado. A cidade registrou 29,3% de abstenção no primeiro turno.

Christina Lemos|Do R7

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Adversários políticos e representantes de duas grandes alas de eleitores na principal cidade do país, os candidatos Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) combatem um inimigo em comum neste segundo turno: a abstenção. Uma diferença de 8 pontos percentuais, considerados os votos válidos, separa os concorrentes, enquanto a desistência da ida as urnas no primeiro turno esteve próxima dos 30%, na capital paulista. Na reta final, as duas campanhas se empenham para que seus apoiadores não deixem de votar.

Votação em São Paulo
Votação em São Paulo

Diagnosticado com Covid-19 a poucas horas da votação final, o candidato do PSOL teve de distribuir a tarefa de convencimento dos últimos eleitores a apoiadores como Jilmar Tatto, Orlando Silva e à própria vice, Luísa Erundina. Já o tucano Bruno Covas, que chega ao segundo turno como favorito, dedicou os últimos dias de campanha ao eleitorado acima dos 60 anos, grupo em que tem alta aprovação, mas que tende a se abster do voto por causa da pandemia.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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