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Josué Alencar adia decisão sobre ser vice de Alckmin

Empresário freia debate em torno de seu nome. Está no exterior e diz que só decide quando retornar ao Brasil. Filiado ao PR, mas ligado ao PT, filho de José Alencar está sob fogo cruzado

Christina Lemos|Do R7

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Josué Alencar, sob pressão petista, após ser indicado para vice de Alckmin.
Josué Alencar, sob pressão petista, após ser indicado para vice de Alckmin.

O empresário mineiro Josué Alencar, filho do falecido José Alencar, vice-presidente no governo Lula, figura em pelo menos três chapas como potencial vice, e está sob forte pressão de diversas correntes políticas. Há quatro dias, o nome de Alencar foi posto sobre a mesa de negociações como trunfo da eventual coligação dos partidos do Centrão à campanha de Geraldo Alckmin, do PSDB. Petistas trabalham para evitar que o empresário ingresse na chapa tucana.

“O sonho dele sempre foi ser vice do Lula, isso sim!”, diz o deputado Carlos Zarattini. “Não acredito que tenha autorizado esta oferta”, completa. “Se ele topar, sem dúvida altera completamente a sua trajetória política”, admite fonte tucana, ao reconhecer as ligações de Alencar com o ex-presidente petista, que cumpre pena em Curitiba desde 7 de abril. 


O nome de Josué Alencar figura também como cotado para vice de Fernando Pimentel, pré-candidato petista ao governo de Minas Gerais. E como vice do eventual substituto de Lula na disputa. O PR, comandado por Valdemar Costa Neto, segue pressionando para que ele se junte ao esforço das legendas de centro para levar Alckmin ao segundo turno, “em nome de um projeto de salvação nacional”.

Os partidos do chamado Centrão (DEM, PR,PRB, PP e Solidariedade) esperam oficializar a coligação com o pré-candidato tucano nesta quinta-feira, mas admitem que até lá podem não ter a resposta de Alencar. E mesmo a formação da aliança depende de acertos políticos. “Têm deveres de casa para serem feitos por todos”, pondera o presidente do PRB, o ex-ministro Marcos Pereira, um dos construtores da provável coligação.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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