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Menos de R$ 30 bi em dez anos é “perda irrisória”, diz Tebet

Senado “desidratou” reforma da Previdência aprovada pela Câmara e propõe seis alterações via pec paralela. CCJ vota texto na quarta. 

Christina Lemos|Do R7

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Senadora Simone Tebet (MDB/MS), presidente da CCJ/SF
Senadora Simone Tebet (MDB/MS), presidente da CCJ/SF

Para a presidente da Comissão de Constituição e Justiça e uma das principais articuladoras da Reforma da Previdência no senado, Simone Tebet (MDB/MS), o governo faz o seu papel em defender a manutenção do texto aprovado pelos deputados, mas as mudanças promovidas pelo relator, senador Tasso Jereissati (PSDB/CE), terão efeito fiscal diluído. “As alterações do relatório dão impacto de R$ 3 bilhões por ano e de R$ 30 bilhões em dez anos. Dentro de uma PEC de quase R$ 1 trilhão, é irrisório, diante da justiça destas alterações”, declara a senadora.

O relatório de Tasso Jereissati (PSDB/CE) será votado nesta quarta-feira na CCJ do senado e suprimiu pontos da PEC 6, que passarão a ser tratados em outra emenda autônoma, chamada de pec paralela. São seis as principais alterações, algumas com impacto fiscal bilionário para a economia prevista e outras, compensatórias.

O tucano buscou poupar categorias como viúvas, idosos e deficientes em situação de extrema pobreza e profissionais com atividades de alto risco para a saúde. E propõe a taxação de setores hoje isentos, como exportadores do agronegócio e entidades filantrópicas. O texto também trará a principal demanda de governadores e prefeitos: a inclusão de estados e municípios nas novas regras federais, mediante aprovação dos legislativos locais.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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