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Dólar segue firme como a moeda de reserva internacional, afirma economista

Carla Beni analisa a supremacia do dólar frente ao euro e a moeda chinesa

Heródoto Barbeiro|Heródoto Barbeiro

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Segundo a professora e economista da Fundação Getúlio Vargas Carla Beni, o dólar segue firme como principal moeda de reserva internacional, sem risco imediato de ser desbancado.

Em entrevista, a economista explicou que, mesmo após a ascensão do euro e da moeda chinesa, o sistema financeiro global ainda mantém o dólar como base, reflexo da hegemonia dos Estados Unidos desde o pós-guerra e do acordo de Bretton Woods, em 1945.


Atualmente, cerca de 80% das reservas internacionais do Brasil estão em dólar, enquanto apenas 5% estão em euro. Para a especialista, a supremacia da moeda americana está diretamente ligada ao poder econômico, militar e cultural dos EUA, o que reforça sua influência no cenário global.

Assim, apesar das mudanças no equilíbrio geopolítico, o dólar continua sendo o pilar do comércio e das finanças mundiais.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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