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Luiz Fara Monteiro

Avianca nega que tenha recebido oferta para transferir participação na Viva econômica na Viva

jetSMART aérea havia divulgado à Viva Air seu interesse em fazer uma oferta de 100% das suas ações e de suas subsidiárias

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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A Avianca encaminho a este blog uma nota em relação à reportagem "JetSMART avalia compra de 100% das ações da Viva Air" publicada neste espaço na última quarta-feira (8).

Diz a nota:


Com relação às recentes entrevistas dos representantes da JetSmart na mídia, a Avianca

informa:


1. Nem a Avianca nem seus acionistas receberam ofertas para transferir sua participação

econômica na Viva.


2. A Avianca considera que a declaração de interesse da JetSmart não é uma opção real para

resolver a crise da Viva.


• Tanto a JetSmart quanto seu segundo maior acionista - American Airlines - operam no

mercado colombiano e, portanto, qualquer transação exigiria as mesmas aprovações

que a Avianca precisa para a integração com a Viva.

• Tal processo de licenciamento, que no caso de Avianca e Viva teve início há seis meses,

só poderia começar depois que houvesse um acordo para que a JetSmart adquirisse a

Viva.

• Além disso, esta transação pode estar sujeita não apenas a aprovações na Colômbia,

mas também em outros mercados nos quais a Viva está envolvida juntamente com a

JetSmart e/ou a American Airlines, incluindo Peru, Argentina, Chile e Estados Unidos.

3. Portanto, a Avianca e seus acionistas consideram que a declaração de interesse da

JetSmart tem como único objetivo utilizar essa proposta, que é claramente inviável, para

gerar confusão em relação ao pedido de integração da Viva com Avianca.

4. A Avianca e seus acionistas reiteram que permanece intacta sua intenção de que Avianca

e Viva façam parte do mesmo grupo empresarial, e dependem da resposta oportuna da

autoridade para priorizar o resgate da Viva, promover a conectividade dos colombianos, a

prestação do serviço essencial de transporte aéreo e a preservação dos empregos formais.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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