CEOs da LATAM, Azul e GOL gravam mensagens em apoio a Lito Sousa
Vídeo foi divulgado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas, ABEAR

John Rodgerson, da Azul; Celso Ferrer, da GOL e Jerome Cadier, da LATAM. Os CEOs das 3 principais companhias aéreas do país gravaram mensagens de apoio ao influenciador Lito Sousa, do canal Aviões & Músicas, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), uma condição rara, de rápida progressão e ainda sem cura.
“Hoje os céus se unem por uma causa maior: apoiar quem faz da aviação uma paixão compartilhada”, diz a abertura do vídeo.
O vídeo foi divulgado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas, ABEAR e compartilhado pelas companhias aéreas.
“Em nome de 15 mil pessoas dentro da Azul, a nossa grande família, estamos torcendo por você, orando, estamos ao seu lado. Obrigado por tudo que você tem feito para ajudar a nossa indústria”, disse John Rodgerson, CEO da Azul Linhas Aéreas.
Celso Ferrer, em nome da GOL, lembrou que Lito é “embaixador do nosso setor porque faz milhares de pessoas confiarem na segurança das nossas operações e realizarem o sonho de voar”.
Já Jerome Cadier, CEO da LATAM, apelou para que influenciador seja admitido em pesquisas mundiais que buscam a cura para essa doença e pediu que as pessoas compartilhem o vídeo e marquem as instituições que estão na legenda. “Vamos fazer esse apelo chegar a quem pode ajudar, cada marcação conta”, reforçou Jerome.
A participação de todos é importante porque Lito Sousa, apesar dos apelos feitos até agora por familiares e personalidades, teve os pedidos de inclusão recusados nos estudos experimentais - ION717 e PRiSM - citados em suas redes sociais. A recusa não tem relação com o caso individual dele, mas de como esse tipo de pesquisa é feita. O motivo, é que ambos já tinham completado o número de voluntários.
Os tratamentos experimentais adotam critérios rígidos para a definição dos participantes, como triagens, históricos e avaliações clínicas protocolares. Até mesmo o Ministério da Saúde apoiou a causa e solicitou a inclusão do influenciador Lito Sousa em um estudo experimental nos Estados Unidos, mas por enquanto, sem resposta.

“Eu estou muito preocupada com o tempo”, disse a empresária Mila Seidl, mulher de Lito, que tenta vencer as barreiras para impedir o avanço da doença.
“Num dos estudos para ser elegível é necessário uma classificação- de zero a 20 pontos - pelo menos 15, e o Lito já está em 16″, disse Mila.
A esposa do influenciador apelou por uma ajuda junto ao Itamaraty e ao Governo Federal para tentar uma intervenção e garantir o direito à saúde em um tratamento que não existe no Brasil.
Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos dez anos foram registradas 1,6 mil notificações de casos suspeitos da Creutzfeldt-Jakob (DCJ) no país.
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