Intermodal 2026: Prestex apresenta logística aérea ultraexpressa como ferramenta de gestão para a indústria
Companhia desmistifica o setor e mostra como a agilidade no transporte de cargas aéreo no “inbound” blinda o faturamento contra perdas que podem chegar a R$ 700 mil por hora

Durante a 30ª edição da Intermodal South America 2026, a Prestex, referência nacional em logística aérea ultraexpressa B2B, apresenta uma nova perspectiva sobre o transporte de urgência. Longe de ser apenas um “extintor de incêndio” para emergências, a logística ultraexpressa consolida-se como um pilar estratégico de gestão, focado na continuidade operacional e na proteção das margens de lucro da indústria.
O que é, afinal, a Logística Aérea Ultraexpressa?
Para muitos players do setor, a dúvida persiste: onde termina a logística comum e começa a ultraexpressa? A resposta está na disponibilidade industrial. Enquanto o transporte tradicional foca na distribuição de produtos acabados, a logística ultraexpressa atua também no coração da fábrica: o inbound (entrada de insumos e peças).
Trata-se de uma operação coordenada 24/7 que movimenta desde microchips até maquinários pesados, utilizando principalmente o modal aéreo para garantir que a linha de produção nunca pare. Com um SLA de 99,8%, a Prestex transforma o caos da urgência em previsibilidade através de rastreio em tempo real e inteligência preditiva.
Do Reativo ao Estratégico
De acordo com Marcelo Zeferino, CCO da Prestex, a indústria vive uma transição de mentalidade. “A logística emergencial é reativa, usada após o problema acontecer. Já a logística ultraexpressa é planejamento. Ela permite que a indústria reduza estoques físicos e custos de armazenagem, confiando na velocidade para manter a sincronização produtiva”, explica o executivo.
“Não basta entregar rápido para o mercado; é preciso garantir que a ‘orquestra invisível’ da produção não silencie por falta de uma peça. Reduzir o lead time exige que a inteligência estratégica comece no inbound. É nesse elo que a Prestex atua, garantindo que o fluxo entre o insumo e o produto acabado seja contínuo", afirma Zeferino.
Por que a Indústria precisa dessa “Blindagem”?
O cenário para 2026 é desafiador. Com o Custo Brasil drenando R$ 1,7 trilhão por ano e a produção industrial apresentando retração de 0,7% (IBGE), qualquer parada não planejada é fatal.
- O Custo do Silêncio: Estima-se que uma linha parada no Brasil custe cerca de R$ 700 mil por hora.
- Risco Global: A McKinsey aponta que interrupções na cadeia colocam em risco até 20% do custo das mercadorias vendidas (COGS).
Neste contexto, a Prestex registrou um crescimento de 37% em sua receita, impulsionado especialmente pelos setores automotivo, químico e de saúde, que buscam na logística ultraexpressa uma forma de “blindar” seu faturamento contra instabilidades globais e gargalos de infraestrutura nacional.
✅Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp














