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Luiz Fara Monteiro

Lufthansa e Swiss confirmam cancelamento de voos para Kiev

Companhias suspenderão operações temporariamente na capital ucraniana a partir desta segunda-feira. Decisão é baseada na possibilidade de confrontos entre Rússia e Ucrânia

Luiz Fara Monteiro|Do R7

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Swiss, subsidiária da Lufthansa: voos cancelados para Kiev
Swiss, subsidiária da Lufthansa: voos cancelados para Kiev Anna Zvereva - Wikimedia Commons

A Lufthansa e a Swiss Air suspenderão voos para Kiev, capital da Ucrânia, a partir desta segunda-feira (21), em meio a crescentes temores de uma invasão russa.

A companhia aérea alemã Lufthansa disse que também interromperia voos para Odessa, um porto importante no Mar Negro, segundo informa a BBC.


“A segurança de nossos passageiros e tripulantes é nossa principal prioridade em todos os momentos”, disse a Lufthansa.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, alertou no domingo que a Rússia está planejando "a maior guerra na Europa desde 1945" .


Na semana passada, a companhia aérea holandesa KLM suspendeu voos para Kiev, por motivo de segurança.

A suspensão da Lufthansa deve permanecer em vigor até o final de fevereiro.


A Swiss Air informou hoje que suspenderia seus voos para Kiev a partir de segunda-feira (21) até 28 de fevereiro, inclusive.

Tanto a Lufthansa quanto a Swiss dizem que continuarão monitorando a situação de perto e que estão em contato próximo com autoridades nacionais e internacionais.


A Swiss acrescentou: "A segurança de nossos passageiros e tripulantes tem prioridade máxima em todos os momentos. Os clientes afetados serão informados de acordo."

Um porta-voz da Lufthansa declarou:

"Os hóspedes afetados serão informados e remarcados em conexões de voos alternativos".

A companhia aérea geralmente opera 74 voos para a Ucrânia todas as semanas sob sua bandeira Lufthansa ou as suas subsidiárias, que incluem Austrian Airlines, Eurowings e Swiss.

A Lufthansa disse que continuaria a voar para Lviv, no oeste da Ucrânia.

Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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