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Luiz Fara Monteiro

Órgão manda inspecionar maior avião do mundo após surgimento de fraturas nas asas

Das 16 aeronaves que apresentaram problema, cinco pertencem à Emirates

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A EASA emitiu uma diretiva de emergência para inspecionar 16 aviões Airbus A380 devido a fraturas nas asas.
  • As fraturas foram encontradas nas longarinas centrais, partes estruturais internas das asas.
  • Cinco aeronaves da Emirates estão impedidas de voar, e outras 15 devem ser inspecionadas em breve.
  • Inspeções adicionais podem ser necessárias, e a situação é preocupante devido à complexidade do design do A380.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Emirates é a maior operadora do A380, modelo que passará por inspeção Emirates

A Agência de Segurança Aérea Europeia (EASA) emitiu uma diretiva de emergência (Airworthiness Directive) aplicável, para já, a 16 aviões do modelo Airbus A380, que ostenta o título de maior avião comercial do mundo. O motivo foi o surgimento de fraturas nas asas dessas aeronaves, que podem comprometer a sua integridade estrutural.

A falha envolve as longarinas centrais das asas, que são partes estruturais localizadas no interior da asa. A EASA afirmou que inspeções adicionais são necessárias para determinar a extensão do problema e se serão necessários reparos.


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A maior parte desses aviões pertence à Emirates, que opera a maior frota de A380 do mundo. A Airbus foi orientada a fornecer procedimentos de inspeção aos operadores das aeronaves afetadas.

Cinco A380 da Emirates já estão impedidos de voar. Outros 15 deverão ser inspecionados antes dos próximos 25 ciclos, ou seja, 25 decolagens e aterragens.


Alguns dos cinco A380 impedidos de voar que se encontravam fora da base foram autorizados a regressar em voo ferry sem passageiros, o que diz bem das preocupações da EASA com este problema.

“Se estas inspeções revelarem mais fraturas, os restantes dos aviões deste tipo poderão ter que passar também por esta medida de prevenção e vigilância, com os custos inerentes. Não é a primeira vez que os A380 têm problemas com partes da estrutura das asas, o que diz bem da complexidade do seu desenho. Desta vez, porém, o fato de uma viga principal ser afetada parece-me um pouquinho mais preocupante”, afirma José Correia Guedes, que foi comandante da portuguesa TAP.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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