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Luiz Fara Monteiro

Passageiros podem encarar filas de até seis horas em aeroportos após mudança na entrada na Europa

Alerta foi feito pelo vice-presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) para a Europa, que teme caos

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Passageiros podem enfrentar filas de até seis horas nos aeroportos europeus devido ao novo Sistema de Entrada e Saída (EES).
  • O sistema exige o registro de impressões digitais e fotografias de visitantes de países terceiros para entrada na Área Schengen.
  • Alguns países estão adiando as verificações ou criando perfis digitais para viajantes sem coleta de dados biométricos.
  • A implementação desigual do sistema entre os países pode resultar em atrasos e perda de voos para os passageiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fila no Aeroporto Malpensa, em Milão: Sistema Europeu de Identificação pode retardar viagens Luiz Fara Monteiro

Os turistas podem enfrentar esperas “inaceitáveis” de seis horas no controle de passaportes em aeroportos europeus devido às novas medidas de controle de fronteiras da União Europeia, alertou nesta segunda-feira (8) a Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA).

Rafael Schvartzman, vice-presidente da IATA para a Europa, afirmou que o novo Sistema de Entrada e Saída (EES) pode criar filas “desafiadoras”.


Ele explicou que as medidas de controle, que entraram em vigor em abril, criaram um “risco real” de longas filas que já fizeram com que pessoas perdessem voos de volta para casa.

O Sistema Europeu de Identificação (EES) permite que visitantes de países terceiros, como o Reino Unido, tenham suas impressões digitais registradas e sejam fotografados para entrar na Área Schengen de livre circulação.


Quando alguém sai da área - composta por 29 países europeus, principalmente da UE - esses dados são verificados, o que gera longas esperas para os passageiros que retornam, informa o Daily Mail.

Enquanto alguns países estão adiando as verificações para setembro, outros estão criando um perfil digital para os viajantes, mesmo sem ainda coletar fotos e impressões digitais.


Schvartzman afirmou que o sistema não está sendo implementado da mesma forma em todos os países, sendo que alguns não possuem a tecnologia adequada ou pessoal suficiente nos quiosques.

“O que estamos vendo é um risco muito sério de tempos de espera realmente desafiadores, falando em expectativas de três, quatro, cinco, seis horas, o que é inaceitável. Há muitos casos em que as pessoas perderam voos ou ficaram sem conexão”, alertou.


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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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