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Aliados de Alcolumbre sofrem derrota no Amapá em disputas ao governo e ao Senado

Aliado ao governo perdeu reeleição no 1º turno, mesmo após visita de Lula e aposta por petróleo na Foz do Amazonas

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aliados de Davi Alcolumbre enfrentaram derrotas nas eleições de 2026 no Amapá.
  • Clécio Luís, do partido União, não conseguiu se reeleger como governador.
  • A derrota ocorreu mesmo após apoio do governo e visita de Lula.
  • A aposta no petróleo na Foz do Amazonas não garantiu vitória eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Aliado de Alcolumbre, governador do Amapá não foi reeleito Geraldo Magela/Agência Senado

Aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), não foram eleitos no Amapá. O resultado eleitoral foi de derrota do governador Clécio Luís (União), que tentava a reeleição, e do líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT). Alcolumbre fez campanha para os dois.

O desfecho no estado deu vitória ao grupo rival do amapaense, comandado por Dr. Furlan (PSD). Ex-prefeito de Macapá, ele foi eleito em primeiro turno, com 62% dos votos. Clécio recebeu 37%.

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No Senado, o resultado também foi um revés para o presidente. A primeira vaga ficou com Raysa Furlan (Podemos), que é casada com o futuro governador, e o segundo cargo acabou com um antigo desafeto: Lucas Barreto, do PSD. Randolfe ficou em terceiro.

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O cenário fragmenta um apoio esperado pelo chefe do Congresso e mostrou uma falta de resultado do espólio eleitoral de Alcolumbre, além da falta de resultado da aposta pela exploração de petróleo na Foz do Amazonas. A licença para busca por petróleo na região foi uma das bandeiras em conjunto entre o presidente do Senado e Randolfe Rodrigues e celebrada por Clécio, que deixa o cargo em 2027.

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O que diz Alcolumbre

Por meio de nota, o presidente do Senado disse receber o resultado das urnas como uma decisão soberana do Amapá. “A democracia exige de todos nós serenidade para reconhecer a vontade popular e responsabilidade para continuar defendendo aquilo em que acreditamos”, diz.

Ele também disse, no comunicado, que mantém a defesa pelo estado e que seguirá com trabalho para desenvolvimento e oportunidades. “O Amapá nasceu para ser gigante. E ninguém, absolutamente ninguém, tirará esse futuro do nosso povo”.

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