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Aliados de Flávio minimizam falta de apoio do Centrão e apostam no vice como arma contra Lula

Filho de Bolsonaro disputa eleições com chapa pura e sem alianças partidárias, ao contrário das duas campanhas do pai, em 2018 e 2022

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro minimiza a falta de apoio do centrão e aposta em conquistar eleitores com o vice Alfredo Gaspar.
  • Gaspar, deputado do PL-AL, deve reforçar a segurança e aumentar a presença de Flávio no Nordeste, onde enfrenta dificuldades.
  • Flávio concorre com chapa pura do PL, sem alianças nacionais, após rejeição de sete partidos de centro e direita.
  • Lula, por outro lado, garantiu apoio de sete partidos de centro-esquerda, o que pode dar vantagem em tempo de campanha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Entorno de Flávio aposta em campanha, apesar de afastamento do centro Vittor Sales/Flávio Bolsonaro

O entorno do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) minimiza o afastamento do centrão nos apoios à campanha e aposta em conquistar nova fatia do eleitorado com o nome do vice, anunciado pelo partido nesta quarta-feira (5).

A expectativa é que o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) reforce a aproximação de Flávio com a pauta da segurança e amplie as projeções do senador no Nordeste. É na região que Flávio lida com maior dificuldade de apoio. Alfredo foi relator da CPMI do INSS e também deve ampliar críticas ao presidente Lula pela proximidade do filho Lulinha a uma das investigadas pela Polícia Federal.


Depois de muitas negociações, Flávio acabou fechando chapa pura, sem alianças a nível nacional com outros partidos de centro. O senador vai para as eleições após ouvir não de sete legendas de centro e direita, cenário diferente das duas campanhas do ex-presidente Jair Bolsonaro em 2022 e 2018.

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Na última campanha, Bolsonaro também saiu com chapa pura, tendo o general Braga Netto como vice, mas a coligação com PP e Republicanos reforçou estratégia e tempo de TV. Já em 2018, Bolsonaro teve o apoio do PRTB, então partido de Hamilton Mourão, que hoje está no Republicanos.


Em 2026, Flávio acabou isolado, apesar das tentativas com o PP, União, Republicanos, Podemos, MDB, PSDB e Cidadania. O cenário o deixará com mais de 1 minuto a menos de campanha frente ao presidente Lula, que tenta a reeleição. O petista costurou apoio nacional de sete partidos de centro-esquerda: PT, PV, PCdoB, PSB, PSOL, Rede e PDT.

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