Logo R7.com
RecordPlus
R7 Planalto
‌

Ambientalistas pressionam STJ por decisão contra fracking, técnica de extração de petróleo e gás

Superior Tribunal de Justiça retomaria julgamento que pode definir o uso do fraturamento hidráulico nesta quarta; entenda

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ambientalistas pressionam o STJ por decisão contra o fracking, técnica de extração de petróleo e gás.
  • O julgamento no STJ sobre o fracking foi adiado para 5 de novembro.
  • Fracking pode contaminar águas, consumir grandes volumes de água, gerar resíduos tóxicos e provocar tremores.
  • Exploração via fracking pode liberar metano, agravando a crise climática e afetando comunidades próximas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Fracking é usado para explorar petróleo e gás natural; técnica causa danos ambientais Divulgação/PAC - Arquivo

Ambientalistas pressionam o STJ (Superior Tribunal de Justiça) por uma decisão contra o fracking, técnica de fraturamento hidráulico para exploração de petróleo e gás. O Superior Tribunal de Justiça retomaria o julgamento que poderá definir o futuro da prática nesta quarta-feira (14), mas adiou a análise do processo para data ainda não definida. A decisão tem repercussão nacional.

O fracking é uma técnica que consiste na injeção de grandes volumes de água, areia e produtos químicos sob alta pressão para fraturar formações rochosas e liberar petróleo e gás.

‌

Nicole Oliveira, diretora executiva do Instituto Internacional Arayara, diz que o fracking é uma técnica preocupante pelos riscos que representa para a água, saúde humana e clima.

“Para extrair gás e petróleo de rochas profundas, são injetados milhões de litros de água misturados com areia e produtos químicos sob altíssima pressão, provocando fraturas nas rochas. Esse processo pode contaminar águas subterrâneas e superficiais, consumir enormes volumes de água, gerar resíduos tóxicos e até provocar tremores de terra”, explicou.

‌

O processo de exploração pode liberar metano, gás de efeito estufa muito mais potente que o CO₂ no curto prazo, “agravando a crise climática”. “Os impactos não se limitam ao local da perfuração: podem comprometer o abastecimento de água, a agricultura, a pecuária e a saúde das comunidades próximas. São riscos documentados internacionalmente e extensamente”, disse ao R7 Planalto.

Leia Mais

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp

Search Box
Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.