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Ao criticar Messias, Marinho repete discurso adotado contra outros dois indicados por Lula

Líder da oposição resgata argumentos usados contra Zanin e Dino para questionar proximidade de Jorge Messias com o Planalto

R7 Planalto|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, criticou Jorge Messias, indicado por Lula ao STF.
  • Marinho utilizou argumentos semelhantes aos que usou contra Zanin e Dino, questionando a proximidade de Messias com o governo.
  • No passado, Marinho fez críticas a Zanin, que atuou como advogado pessoal de Lula, e a Dino, que foi ministro da Justiça antes da indicação.
  • Além das comparações, Marinho alertou sobre riscos à liberdade de expressão e à democracia na indicação de Messias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Para Marinho, o advogado-geral da União teria um 'vínculo de poder' com o governo Carlos Moura/Agência Senado - 17.03.2026

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), deu início à campanha contra a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). O senador adota posicionamento semelhante ao utilizado contra outros dois indicados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Corte: Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Em declaração divulgada após a confirmação da sabatina de Messias, Marinho sugeriu que o advogado-geral da União teria um “vínculo de poder” com o governo, por ser considerado um nome próximo a Lula. No passado, o oposicionista fez comparações semelhantes ao comentar as outras indicações do presidente ao STF, argumentando haver falta de impessoalidade.


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No caso de Zanin, Marinho destacou o fato de o agora ministro ter atuado como advogado pessoal de Lula. Já em relação a Dino, citou a proximidade com o governo, lembrando que ele ocupava o cargo de ministro da Justiça antes da indicação. O senador chegou a afirmar, à época, que Dino não deveria ser indicado para o Supremo.

Apesar das semelhanças nas críticas, Marinho acrescentou que a indicação de Messias traz riscos à “liberdade de expressão” e gera “preocupações com a democracia”. Os dois pontos, recorrentes entre oposicionistas, ganham força no período em que o líder também atua como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência.

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