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Avanço ‘rápido’ de Flávio nas pesquisas contra Lula acende alerta no PT

A escolha do presidente quanto ao seu vice, segundo avaliam governistas sob reserva, deve pesar nas próximas pesquisas

R7 Planalto|Armando Holanda, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostra um empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno.
  • Dirigentes do PT estão preocupados com a possibilidade de vitória do petista, que esperava uma vantagem maior.
  • O partido busca se aproximar do eleitorado conservador, especialmente na escolha do vice-presidente.
  • A avaliação interna indica a necessidade de uma composição mais progressista no Congresso para um possível quarto mandato de Lula.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente Lula empata tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro em segundo turno Ricardo Stuckert/PR - 06.02.2026

Divulgada nesta quarta-feira (25), a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg chamou atenção de dirigentes do Partido dos Trabalhadores. O motivo: empate técnico no segundo turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento mostra o presidente numericamente atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL) por apenas um décimo percentual — 46,2% a 46,3%.

A sigla vinha apostando numa possível vitória do petista em segundo turno com ao menos 8 pontos de diferença. A análise no partido é que o fracasso no desfile da Acadêmicos de Niterói e as críticas nela contida foram “determinantes” no resultado da pesquisa.


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Com alerta vermelho ligado, o PT buscará se aproximar ainda mais do eleitorado conservador. Nos corredores do Planalto, aliados sinalizam que o maior peso será a escolha do vice-presidente na reeleição de Lula.

O cacique petista tem evitado confirmar o nome de Geraldo Alckmin (PSB) na sua chapa, pois, tenta convencer Haddad a assumir a disputa ao governo de São Paulo em paralelo ao esforço que faz para Alckmin concorrer ao Senado pelo mesmo estado.


A avaliação é de que há uma necessidade de maior composição progressista, mais à esquerda, no Congresso para um eventual quarto mandato de Lula. Contudo, as escolhas do presidente quanto ao seu vice, segundo avaliam governistas sob reserva, devem pesar no resultado das próximas pesquisas.

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