Bebidas clandestinas: ANP tem seis meses para elaborar estudo de combate à prática
Uma das alternativas avaliadas é usar produtos amargos no etanol hidratado combustível para impedir fraudes
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A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível) tem seis meses, a partir de hoje, para elaborar um estudo de combate à prática de bebidas clandestinas feitas com etanol combustível. Uma das alternativas avaliadas pelo governo federal é usar alguma substância amarga no etanol para impedir o uso irregular da substância.
Segundo resolução do Conselho Nacional de Política Energética, a ANP deve prevenir o desvio do etanol hidratado para usos irregulares e mitigar os riscos à saúde pública decorrentes dos produtos adulterados.
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Para isso, a agência deve “analisar a compatibilidade técnico-automotiva, ambiental e econômica dos compostos químicos avaliados; e propor eventuais aprimoramentos ao marco regulatório relativo à qualidade e à rastreabilidade do etanol hidratado combustível”.
Hoje, o governo avalia usar como substância química o benzoato de denatônio, por exemplo. Mas para isso, a agência deve avaliar os impactos operacionais e logísticos em diferentes elos da cadeia de produção para verificar se a alternativa será viável.
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