Campanha de Lula prevê ida a todos os debates em eventual segundo turno
Avaliação é que formato com vários candidatos privilegia embates pessoais; estratégia muda em eventual disputa direta
R7 Planalto|Amanda Garcia, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende mudar a estratégia adotada no primeiro turno e participar de todos os debates entre candidatos à Presidência em um eventual segundo turno.
A avaliação de integrantes da campanha é que os debates de primeiro turno, com vários candidatos, se tornaram arena de embates e performances individuais, em vez da discussão de programas de governo e propostas para o país.
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Em um eventual segundo turno, porém, a leitura é diferente. Com apenas dois candidatos na disputa, a campanha alega que o confronto direto sobre projetos para o Brasil se torna inevitável e, por isso, Lula deverá comparecer aos debates das emissoras.
Lula decidiu não participar do debate da TV Globo nesta quinta-feira (1º), o último antes da votação de domingo (4). No mesmo horário, ele dará uma entrevista ao Flow Podcast.
O movimento repete o que ocorreu no primeiro debate presidencial, promovido pela Band em 23 de agosto. Lula não compareceu ao encontro e, naquela noite, a RECORD exibiu uma entrevista com o presidente, gravada no Palácio do Planalto.
O debate acabou reunindo Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante), enquanto Lula, Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo) ficaram de fora.
Lula chegará ao primeiro turno sem ter participado de nenhum debate entre os presidenciáveis. Ao longo da campanha, no entanto, participou de entrevistas e sabatinas.
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