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Campanha eleitoral deixa em aberto ida de Lula à Assembleia da ONU

Disputa nas urnas é prioridade do presidente; se decidir ir à ONU, ele pode encontrar Trump

R7 Planalto|Caroline Aguiar, da TV Record

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula ainda não decidiu se participará da abertura da Assembleia Geral da ONU em Nova York, devido ao andamento da campanha eleitoral.
  • Se participar, Lula manterá a tradição do presidente brasileiro abrir os debates na Assembleia e poderá reforçar a defesa da soberania nacional e do multilateralismo.
  • A possibilidade de um encontro entre Lula e Donald Trump na ONU gera especulações, mas até o momento não há reunião prevista entre os dois líderes.
  • No ano passado, houve um breve encontro entre Lula e Trump, que gerou negociações sobre tarifas, mas este ano não há expectativa de avanços nas tratativas comerciais.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula abriu a Assembleia Geral da ONU em 2025 Ricardo Stuckert/PR - 23/09/2025

O presidente Lula ainda não decidiu se participará da abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, no dia 8 de setembro. A definição dependerá do andamento da campanha eleitoral, já que o evento ocorrerá a menos de um mês do primeiro turno. Por isso, a expectativa no Palácio do Planalto é que a decisão seja tomada apenas às vésperas da viagem.

Caso confirme presença, Lula manterá a tradição de o presidente brasileiro abrir os debates da Assembleia Geral da ONU. No Planalto, porém, a avaliação é que a agenda eleitoral terá prioridade e, se a campanha exigir maior presença do presidente no país, a viagem poderá ser cancelada.


Historicamente, o chefe de Estado brasileiro faz o discurso de abertura da Assembleia. Se confirmar presença, Lula deve reforçar a defesa da soberania nacional e do multilateralismo, em uma fala que tende a contrastar com a do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, responsável pelo segundo discurso da sessão.

A possibilidade de os dois líderes voltarem a dividir o mesmo palco também alimenta especulações sobre um eventual encontro bilateral. Até o momento, porém, não há qualquer reunião prevista entre Lula e Trump.


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‘Química excelente’

No ano passado, os dois tiveram um breve encontro na antessala do plenário da ONU. Na ocasião, Trump afirmou durante seu discurso que havia tido uma “química excelente” com o presidente brasileiro e anunciou a intenção de fazer uma reunião bilateral.

O gesto abriu espaço para negociações entre os dois países sobre as tarifas aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Neste ano, entretanto, sob um novo tarifaço imposto por Washington, integrantes do governo não trabalham com a expectativa de que um eventual encontro produza avanços nas tratativas comerciais.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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