Assim como Eduardo Bolsonaro, 203 servidores foram demitidos após PAD este ano
Dados são da CGU levantados pelo R7 Planalto; casos envolvem demissão, cassação e destituição no governo federal
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Assim como Eduardo Bolsonaro, demitido da PF (Polícia Federal) do cargo de escrivão, a administração pública federal soma 203 casos de demissão, cassação de aposentadoria ou destituição de cargos este ano após os servidores passarem por PAD (Processo Administrativo Disciplina).
Os dados são da CGU (Controladoria-Geral da União) e foram levantados pelo R7 Planalto. Ano passado foram 365 casos e, em 2024, 360.
O MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) publicou, na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, a portaria que oficializa a demissão do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro do quadro de escrivães da PF.
A justificativa apresentada para a medida foi de “cometimento da infração disciplinar de abandono de cargo [...], ao faltar ao serviço injustificadamente por período superior a trinta dias consecutivos”, detalha o documento.
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O agora ex-servidor público enfrentou um PAD (Processo Administrativo Disciplinar) devido às recorrentes faltas ao trabalho — depois que abandonou o mandato de deputado federal e se mudou para os Estados Unidos.
Eduardo estava licenciado do trabalho na PF para exercer a função de parlamentar. Porém, acabou com o mandato cassado, em 2025, por ter ido para os Estados Unidos e se ausentado de um terço das sessões deliberativas na Câmara dos Deputados — apesar de continuar a receber o salário de R$ 46.366,19.
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