Deputada eleita aciona TRE-PE e cobra divulgação de mudanças nos locais de votação do 2º turno
Rosa Amorim (PT) alerta para risco de eleitores deixarem de votar por falta de informação e defende orientação antes do domingo (25)
R7 Planalto|Do R7, em Brasília
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A deputada federal eleita Rosa Amorim (PT-PE) acionou, nesta segunda-feira (19/10), o TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco) para cobrar a divulgação sobre mudanças nos locais de votação para o segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o próximo domingo (25).
A medida da parlamentar ocorre após o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) informar que mais de 4,3 mil seções eleitorais tiveram seus endereços alterados em todo o país entre o primeiro e o segundo turno.
Rosa Amorim quer evitar que a falta de informação comprometa a participação dos eleitores na disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
A deputada defende que a Justiça Eleitoral intensifique a comunicação sobre eventuais alterações em Pernambuco, sobretudo em comunidades periféricas, áreas rurais e municípios do interior, onde dificuldades de deslocamento podem representar obstáculos adicionais ao exercício do voto.
“Não podemos permitir que uma pessoa deixe de exercer seu direito ao voto simplesmente porque não soube que sua seção eleitoral mudou de endereço. A Justiça Eleitoral precisa garantir que essa informação chegue a todo mundo, principalmente às comunidades mais afastadas, à população do campo e às periferias. A democracia precisa ser acessível a todas as pessoas”, afirma.
Entre as medidas defendidas estão a divulgação das mudanças em emissoras de rádio e televisão, a utilização dos canais oficiais da Justiça Eleitoral e a adoção de mecanismos de comunicação acessíveis à população. A iniciativa também busca assegurar que os eleitores tenham tempo suficiente para consultar seus locais de votação e organizar o deslocamento antes do pleito.
Segundo o TSE, as alterações registradas no país decorrem de situações como chuvas intensas, reformas não concluídas em escolas, problemas no fornecimento de energia e adequações de acessibilidade.
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