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Exportações brasileiras de dispositivos médicos para o Chile crescem 50%

País é um dos principais mercados de exportação dos insumos brasileiros, segundo levantamento da Abimo

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Exportações brasileiras de dispositivos médicos para o Chile cresceram 50% em setembro de 2026, atingindo US$ 6,77 milhões.
  • O Chile liderou o crescimento percentual entre os principais destinos das exportações brasileiras do setor.
  • México, Paraguai e Argentina também registraram aumentos nas importações de dispositivos médicos brasileiros.
  • Produtos como seringas, agulhas e recipientes plásticos representaram 52,27% das exportações para o Chile.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Chile é um dos principais mercados de exportação de dispostivos médicos do Brasil Diego Baravelli/MInfra - arquivo

As exportações brasileiras de dispositivos médicos para o Chile cresceram 50% em setembro de 2026, na comparação com agosto. Ao todo, o montante passou de US$ 4,51 milhões para US$ 6,77 milhões em produtos enviados. O país apresentou o maior avanço percentual entre os cinco principais destinos das vendas externas brasileiras do setor, em um mês marcado pelo crescimento das compras de outros mercados latino-americanos.

Os dados integram levantamento da Abimo (Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos), elaborado a partir de informações do ComexStat, plataforma oficial do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços).

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O Chile não foi o único com ampliação nas compras: México aumentou em 13%, com compra de US$ 7,67 milhões, enquanto Paraguai (6,29%) e Argentina (6,19) também registraram crescimento em relação a agosto. Os quatro países estão entre os cinco maiores destinos das exportações brasileiras de dispositivos médicos, ao lado dos Estados Unidos.

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Os principais itens exportados pelo Brasil

O Brasil exporta principalmente seringas e agulhas, preparações para higiene bucal e recipientes plásticos (bolsas de polímeros de etileno). Esses produtos movimentaram US$ 3,53 milhões em setembro, representando 52,27% das exportações brasileiras do setor para o mercado chileno.

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“Os resultados mostram desafios, mas também oportunidades. Precisamos fortalecer a cadeia produtiva, a inovação e a competitividade, sem perder de vista a inserção internacional. Em um comércio global em transformação, diversificar mercados e ampliar a presença dos produtos brasileiros no exterior são estratégias cada vez mais importantes”, avalia Larissa Gomes, gerente de Projetos e Marketing da Abimo.

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