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Solidariedade presta apoio a Toffoli no caso do Banco Master

Por meio de nota, presidente da legenda, Paulinho da Força, disse reconhecer os quase 20 anos de serviço prestados pelo ministro

R7 Planalto|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, declarou apoio a Dias Toffoli após sua saída da relatoria das investigações do Banco Master.
  • O deputado elogiou os quase vinte anos de serviço de Toffoli na magistratura brasileira, destacando seu papel durante a pandemia e nas eleições gerais.
  • A nota critica o linchamento moral de autoridades públicas e a promoção de pré-julgamentos pela mídia e corporações.
  • Toffoli deixou a relatoria do caso após uma reunião com os outros ministros do STF.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Montagem com a foto do presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, ao lado do ministro do STF Dias Toffoli
Deputado federal Paulinho da Força (SP) teceu elogios em nota em defesa do ministro Dias Toffoli Montagem: Valter Campanato/Agência Brasil - Arquivo; Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Arquivo

O presidente do partido Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), publicou nota, nesta sexta-feira (13), em que presta apoio a Dias Toffoli, após a saída do ministro do STF da relatoria do processo do Banco Master.

No texto, o parlamentar afirmou que, em momentos turbulentos, são essenciais manifestações firmes. “Por isso, torna-se pública a presente nota, para reconhecer os quase 20 anos de relevantes serviços prestados na magistratura brasileira pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli”, elogiou Paulinho.


“O ministro ocupou a presidência do Poder Judiciário durante o desafiador período da pandemia de coronavírus (Covid-19). Também conduziu eleições gerais como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, sendo sempre respeitado pelo equilíbrio e pela firmeza na atuação pública.”

O político acrescentou: “Não se pode admitir que corporações e uma parcela da mídia promovam o linchamento moral de autoridades públicas com base em pré-julgamentos e vazamentos seletivos de elementos de informação”.


“A responsabilidade institucional exige de todos nós — líderes políticos — e da sociedade cuidado com a defesa da democracia e de suas instituições”, completou Paulinho.

Toffoli deixou a relatoria do caso Master nessa quinta-feira (12), depois de uma reunião a portas fechadas com os outros nove ministros que atualmente integram a Suprema Corte.

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