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Refletindo Sobre a Notícia

O que Glória Menezes e Laura Cardoso tinham em comum

Duas partidas que nos fazem pensar sobre o tempo e sobre o que realmente importa na vida

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Glória Menezes e Laura Cardoso foram atrizes icônicas que lideraram a trajetória das telenovelas brasileiras.
  • Ambas faleceram recentemente, com Laura morrendo aos 98 anos e Glória aos 91 anos.
  • Elas interpretaram personagens fortes, engajando milhões antes da era das redes sociais.
  • Suas mortes nos fazem refletir sobre a passagem do tempo e a importância de valorizar momentos significativos na vida.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Glória Menezes e Laura Cardoso já estiveram na mesma novela e trocaram homenagens ao longo da carreira Reprodução/Instagram/@gloriamenezesoficial e Reprodução/Instagram/@atrizlauracardoso

Num país considerado noveleiro como o nosso, é difícil encontrar alguém que tenha nascido até os anos 80 e não saiba quem são Laura Cardoso e Glória Menezes. Elas praticamente lideraram o caminho das atrizes em telenovelas e percorreram a trajetória da TV brasileira.

Em comum, sempre interpretaram mulheres consideradas fortes. Engajaram milhões numa época em que sequer existiam redes sociais.


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E, se tem um negócio maluco que acontece com atores, é que, muitas vezes, quando eles interpretam bem seus papéis, chegamos a confundi-los com seus personagens. Isso acontecia direto quando eu olhava para Laura e Glória.

Ambas faleceram nos últimos dias. Laura Cardoso morreu na noite de segunda-feira (17), aos 98 anos, em São Paulo. Glória Menezes morreu no dia seguinte, terça-feira (18), aos 91, em sua casa, no Rio de Janeiro.


As luzes se apagaram e a cortina da vida se fechou. Só que, mais do que atrizes maravilhosas, a partida delas tão próxima uma da outra deixa uma reflexão importante de que, talvez porque tenham atravessado tantas décadas diante dos nossos olhos, tínhamos a sensação de que eram eternas. Piscamos, os anos passaram e elas se foram.

Tempo, tempo, tempo

Quando pessoas que acompanharam boa parte da nossa vida partem, alguma coisa dentro da gente é confrontada. Não pela morte, mas pelo tempo. Porque ele passa.


Passa enquanto estamos trabalhando. Enquanto resolvemos problemas. Enquanto reclamamos do trânsito, nos irritamos com alguém, alimentamos uma discussão sem relevância.

A gente vive, muitas vezes, como se tudo fosse infinito. E talvez esse seja um dos grandes enganos da vida. Quando entendemos isso, muitas coisas começam a perder o tamanho que damos a elas. Acredito que a felicidade está nesses pequenos momentos que passamos com quem amamos e no propósito que seguimos, investindo naquilo que realmente tem valor.


A Bíblia diz que a nossa vida é como uma neblina “que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa” (Tiago 4:14). Assim, um dia, nós também seremos apenas lembrança na história de alguém.

Então, que sejamos inteligentes e não desperdicemos o valioso com aquilo que não importa.

O tempo passa para todos. E talvez uma das maiores sabedorias seja perceber isso antes que não dê mais tempo.

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Os textos aqui publicados não refletem necessariamente a opinião do Grupo Record.

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